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domingo, 20 de fevereiro de 2011

Scurrilous

Leakou o álbum novo de Protest the Hero. E é BRUTAL :D



Melhor mês de sempre, srly.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

terça-feira, 20 de julho de 2010

Artwork

Arranjei o artwork de Yes com boa resolução. Para quem estiver interessado:
download

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Death sells

... but who's buying?

O best of do Beto está em 4º no top nacional de vendas e os livros do Saramago vendem-se que nem pãezinhos quentes.


Destaques do dia de São João (mais ou menos atrasados) para o terrorismo dos Eels, a reunião dos Beach Boys para comemorar os 50 anos da banda (sim, o Mike Love e o Brian Wilson), um duplo single novo dos Rush e o boato de que os Diabo na Cruz vão «virar» as Noites Ritual deste ano.

«Nem todos os gajos com cabelo curto e uma barba longa são terroristas. Alguns de nós só querem fazer rock» (Mark Everett)

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Zelig ao vivo

Fica uma maior divulgação do comentário:


quinta 17 junho - fnac norteshopping
sábado 19 junho - fnac coimbra
domingo 20 junho - fnac leiria
domingo 27 junho - fnac chiado, lisboa [editado]

E por falar em concertos dos Zelig, porque não recordar a primeira vez que os vi, 11 de Setembro de 2008.

PS: Tenho gostado muito do disco. A ver se me apetece mandar uns bitaites mais completos um dia destes.

terça-feira, 4 de maio de 2010

Omar Frusciante



















Omar Rodriguez-Lopez e John Frusciante lançaram um álbum que está disponível para download gratuito (com a possibilidade de deixarem um donativo) aqui.

sábado, 17 de abril de 2010

USA is the place to be

Os Rush estão a trabalhar num álbum novo, vão parar para uma tour norte-americana em que vão tocar o Moving Pictures inteiro, lançar duas músicas como single e depois continuar o ábum.

O Roger Waters vai fazer uma mega tour do The Wall. Começa na América do Norte, fala-se de 57 espectáculos na Europa e o próprio reconhece a possibilidade de ser a última tour.

O Thom Yorke está a levar a sério a sua banda-feita-a-partir-do-disco-a-solo-com-o-flea-e-outros - os Atoms For Peace - e anda a dar concertos pela terra dos estadunidenses.

E agora para dispor bem:

segunda-feira, 22 de março de 2010

sábado, 19 de setembro de 2009

Só para dizer que

O Thom Yorke lançou um novo single, FeelingPulledApartbyHorses e The Hollow Earth.

Todas as parecenças com capas de álbuns de Joy Division reais ou fictícias são pura coincidência


Isto foi o melhor que encontrei no tobias. É uma versão ranhoso-acústica, a do single é muito melhor com as electrónicas e assim:

domingo, 23 de agosto de 2009

As Escolhas do ♠☐☐Åυ☐Œ☐ (6)

Antes de mais gostava de pedir desculpa pelo atraso/ausência desta rubrica semanal. Neste momento, o paradeiro do Professor Marmelo é desconhecido. Por motivos legais não posso adiantar muito neste momento. Ainda assim, após ter recebido o seguinte documento na minha caixa de email e ter tentado salvar o máximo do ficheiro corrompido, aqui o divulgo, de modo a tentar oferecer o máximo aos nossos leitores e mostrar que não tenho nada a esconder da justiça, facto que o Professor decerto comprovará quando voltar.

Sejam bem vindos. Temo que desta vez esteja restringido em termos de tempo e não possa ☐♦☺♢☐ô☐☐ÇçA☐áë conv☻☐☐©$. Espero que consigam ☐◊ esta mensagem antes ☐©☐☐çÁÁ☐☐.

♢☐çë☐æ☐ÀÀÒ☐☐♣ ♠ ☐☐✝š "retiro espiritual":

☐ô☐☐ÇçA☐☐© até pa☐☐çÁÁ☐ ˇ¿��m�Ä"�ˇ›��ˇƒ?����������
���������
� 3�!1AQa"qÅ2☐♦☺ ☐♦☺⎨⎝☐☐%☐ #, confunde-se sempre isso com fugir à justiça. Nada mais errado: Aproveitando o final das férias, ✄☹♣☐ ☺⎨ÁÁ☐ ☐©☐ÀÀÒ☐ô☐☐.
Na humilde opinião deste ♣ ♠ ☐☐✝šæ☐ÀÁ☐☐ o problema destas listas de menor qualidade é não terem em atenção a necessidade de repouso, daí também a escolha de lugares pouco assessíveis por pessoas que só vão incomodar, como agentes da justiça e afins. Mas não estou aqui para falar da vida desse meu amigo que está a ser processado!

Começo então por apres☐ÇçA☐ æ☐À☀❖⎝☐☐% que são os Fleet Foxes e o álbum homónimo (não confundir ⎝à☐çÇÇ3"☐% &¶®☐☐☐™¥

☐☐☐aπ☐qœ∑∂÷]≠ co €≠]☐ÇÇ☐]≠] «œ««««☐☐☐☐☐`````\☐☐☐☐

☐☐☐a÷¶ˇ☐☐☐®☐iƒ†œ

☐☐☐☐☐as☐☐☐

☐☐™ø☐☐ÇÇÀãs☐☐☐
ë°±B#$R¡b34rÇ—C%íS·Òcs5¢≤É& Como exemplo perfeito disto mesmo, posso apontar Akeboshi. Este japonês viu a sua Wind ficar famosa pelo mundo foraÉ&5¬“DìT£dEU6te‚Ú≥Ñ√”u„ÛFî§Ö¥ïƒ‘‰Ù•µ≈’ÂıVfvÜñ¶∂∆÷ʈ'7GWgwáóß∑«ˇ⁄� ��?�¢xO)µBíÇÃ∆◊m¨}OPkmπ›Å◊ o seu álbum homónimo, que é uma compilação de alguns dos seus mini-albuns.

‘7nÔSflÙ7~bqóè∫∫›c[m≠k€Qp.áçÕ˙;ôÙïˇ� ¸⁄G£ó~[·÷⁄∆≤∑f∞÷:ó˚∂;~ˇ�‹ˆ*/¡ΩŒ4X›ÿÓ
≠ƒl
>»ÏÊ~ó˙Nœ—˝ôÙ}ø·SwÌ∏~èØÎ≥ como os Skeletonbreath —›≥x:nÁgıø;˙ûÙÓÀƒc}a÷ÄÍ∆·Óké÷=ßËÏsø9òèÆÍÚöˆå¶H6C»sK[T?}صªœ—zw~è, "Transylvanian Surf Rock" como se pode ouvir em Eagle's Nest, Devil's Cave.

˘¥fl≥K™∫°qo⁄(48ÌÓm≥)ˆm˙; The Fall of TroyÓ˛i‹kÎ{û÷∏8÷ÌèÛ\?0ˇ�) d–}r\1]∂◊;AG‘›˛è‘mï∆UbïuYSn ≥i±œ}@YQpˇ�«πfl·X{7z~ْؖK:U^á•MéØ} muito mais épico, e com músicas mais longas. Na verdade, o EP Phantom on the Horizon, é uma só música (dividida em 5 tracks) que são por sua vez compostas por remakes de demos que a banda tinha gravado quando ainda só tinha lançado o primeiro álbum.

Antes de fechar, tenho, claro está, de falar na melhor banda de sempre, a qual, depois de ouvirem, vai mudar para sempre as vossas tristes vidas: @Ï—Ó˛÷ƒîÔf–∆1Ω?¶Ω∏‘5•ŒcÁ?o{Ó˙V;˜˝Eœ∏e›ôV;Zj8‰Fá⁄'|ÎÓ˜´ù?,ãYø”p
«µœ.∞Ω¶◊{Ï˝õ~ÎøE
☐☐™®π
☐☐☐, até um dia. Já agora, queria só agradecer ao idiota que foi mesmo ouvir SikTh durante o exame à próstata.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

As Escolhas do Marmelo (5)

Bem vindos a mais uma edição d'As Escolhas do Marmelo. Antes de mais gostaria de pedir desculpa pelo atraso na publicação deste artigo. Este atraso deve-se a motivos pessoais que nada têm a ver com o tema da semana.
Álbuns Para Ouvir Durante a Apalpação à Próstata:

O cancro, como todos sabem, é uma doença muito séria. Uma das suas vertentes mais assustadoras é o cancro da próstata, que pode mesmo causar disfunção eréctil.
Ainda assim, apesar do potencial perigo, poucos são os homens que gostam de se sujeitar ao principal método de diagonóstico: o toque retal.
Como podem imaginar, não há nada mais útil que uma lista de álbuns que ajudem a tornar a experiência o menos traumatizante possível. Na humilde opinião deste marmelo, as listas de álbuns para ouvir durante a apalpação à próstata sugeridas por outras publicações de menos qualidade falham por partirem do princípio que esta é uma actividade relaxante apreciada pela maioria dos homens, quando, segundo a wikipedia, 55% dos homens comunica desconforto durante o procedimento (dos restantes, 10% gostaram muito e 35% até gostaram porque foi uma médica a fazer mas não admitem com vergonha).

Partindo então do pressuposto contrário, de que esta não é uma actividade simpática, começo por recomendar um álbum óbvio: Dopethrone dos Electric Wizard. Há quem pense, e com alguma razão, que a melhor maneira de ir para um exame destes é anestesiado. Drogas naturais como cannabis e seus derivados são a escolha por excelência. Assim, da mesma forma, este álbum garante uma boa "pedra" natural que pode, de alguma forma atenuar a sensação de "desconforto" causada pelo exame.

Para quem achar que drogas leves não chegam, recomenda-se o uso moderado de Morphine. Pode ser que o Cure for Pain ajude mesmo...

Quem se decidir por uma abordagem mais zen, abstraindo a sua mente da sala da clínica e voando para paisagens mais tropicais e menos intrusivas, vai encontrar em California a escolha ideal. Dos Mr. Bungle do aclamadíssissississimo Mike Patton, banda que começou a carreira a tocar death metal para neste seu último álbum criar uma experiência única de fusão entre a pop e a electrónica (e a maluqueira do costume).

Se, por outro lado, confiar menos nos caminhos da mente e mais nos caminhos físicos, pode encontrar em Death of a Dead Day dos SikTh um bom escape. Coloque os auscultadores e berre, berre à força toda, tentando acompanhar as mudanças de andamento, que prometem ser uma bela distracção.

"Cautela" - dirão alguns - "com as solturas, se for para lá berrar". É verdade, caros leitores. Muitas pessoas poderão achar as sugestões anteriores relaxantes de mais, ou, no caso dos SikTh, que fazer força para os guturais pode dar asneira. Se este é o seu caso, recomendo Kimono My House dos Sparks. Repare, com tamanho falsetto, mais apertadinho você não pode ficar e não vai sair dali nem uma uva. Tenha tino e seja moderado, porque senão vai dificultar o trabalho do profissional que o atender.

Falta cobrir ainda um aspecto muito importante do processo que é o recobrar da compostura. Enquanto se endireita e espera que os músculos voltem à sua localização habitual, aproveite para ouvir algo que o faça sentir orgulhoso por ser um homem. Quantas mulheres conhece que tiveram de se sujeitar ao toque retal? Pois é, esta é uma das coisas que nós podemos fazer e elas não, a par de perceber os foras de jogo e pouco mais.
Sugiro que o leitor vá para casa, encete uma performance sexual de topo com a sua parceira sexual favorita (namorada/booty call/mão) ao som do álbum Tarantism de Tito & Tarantula que, inclusivamente vai ajudar a criar ambiente. São a banda que aparece no bar Titty Twister do filme From Dusk Till Dawn, na famosa cena da Salma Hayek com uma cobra.
(Agora que penso nisso, para ter feito o exame em primeiro lugar, se calhar já está com problemas durante a performance. Se for o caso, esqueça a última sugestão.)

Por esta semana é tudo, até à próxima!

Este artigo é interactivo e faz uso de novas tecnologias. Ainda assim, não é médicamente correcto e cita a wikipedia, o que toda a gente sabe que não se deve fazer. O autor é anónimo e manda avisar que ao ler o artigo, o leitor está a concordar que levar a cabo alguma das sugestões aqui descritas é da sua (do leitor) inteira responsabilidade. Para mais informaçõs consulte o seu advogado.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

O melhor video/música que vi nos últimos anos

Aparentemente, chamam a este género musical "crabcore".

Duas palavras para vocês: Headbanging sincronizado!

sexta-feira, 31 de julho de 2009

As Escolhas do Marmelo (4)

Boa noite, boa Sexta-Feira e um bom fim de semana no geral. A quem pensava já que este post não ia para o blog hoje tenho só a dizer que estava só a criar suspense. Obrigado por se juntarem a nós para mais um "As Escolhas do Marmelo", cada vez mais um serviço público de grande utilidade.
Álbuns Bons, Bandas Más:

Hoje, mais um tema de grande interesse e diria, coragem! Imagem como é difícil meter o pescoço no cepo (ou os ouvidos nos auscultadores) ouvindo bandas terríveis na esperança de encontrar pérolas perdidas.
E qual é o problema das listas de bons álbuns por más bandas, na humilde opinião deste marmelo? Simples, nem os álbuns são assim tão maus nem as bandas assim tão boas (ou vice-versa, já não sei bem).

Começo com um óbvio para os leitores da minha geração: Dookie dos Green Day. Embora a garotagem de hoje em dia não saiba, os Green Day não foram sempre uns quarentões com eyeliner. Em tempos idos, eram jovens que se vestiam de acordo com a idade e que estavam mais interessados em fazer rock do que em ganhar dinheiro à custa dos miúdos "fixes". Dookie é provavelmente o único álbum bom desta banda que rapidamente se dedicou ao "punk acústico", como eu gosto de lhe chamar, e, mais tarde, à merda completa.

Outra das bandas que a garotada de hoje aprecia são os Avenged Sevenfold. Não sei se é da maquilhagem, da falta de gosto, dos gutorais, do QUALQUERCOISAcore, mas parece que são mais uma banda a juntar diversos ingredientes explosivos que facilmente catapultam qualquer um para o sucesso.
Ainda assim, e como é para isso que serve este artigo, há pérolas no meio do lixo. O álbum City of Evil, verdade seja dita, é um grande álbum de guitarras numa altura em que estes já são poucos. Se fecharmos os olhos ao quão posers estas pessoas são e à música nº6 (se bem que à musica não adianta muito fechar os olhos) temos aqui um álbum capaz de fazer o Slash virar-se na cova para esconder o tesão (fontes diversas afirmam que Slash não está nada morto, depois de ouvir os álbuns de Velvet Revolver decida o leitor por si mesmo).

Próxima sugestão: Loose de Nelly Furtado. Passando o preconceito da música pop fófinha (e a vergonha), ao ouvir este álbum na integra, tirando duas músicas lá pró meio, percebe-se o que é um óptimo trabalho de estúdio. É pena que a electrónica tenha demorado à volta de 20-30 anos a aparecer em música de qualidade. Timbaland nos seus tempos áureos (antes do álbum do Cornell), Nelly a fazer várias camadas de voz, instrumentais mesmo estranhos e minimalistas para música que passa na MTV, músicas bem escritas, são todos bons motivos para deixarem de lado a vergonha e darem uma oportunidade a esta pérola.

Era uma vez uma banda emo chamada Panic! at the Disco. Como Qualquer banda emo, os Panic! at the Disco gostavam de chorar, fazer música má e dormir juntinhos, todos na mesma cama. Ora, isto costuma ter um problema, que é: se o gajo mais à direita na cama cai pelo lado esquerdo, empurra toda a gente para fora da cama com ele. Foi o que aconteceu. Caíram todos abaixo da cama e bateram com a cabeça na mesinha de cabeceira. E a mesinha de cabeceira devia ser muito, mas mesmo muito dura!
Não tendo conhecimentos clínicos que me permitam explicar o que acontece ao certo nas cabeças que batem em mesinhas de cabeceira muito, mas mesmo muito duras, resta-me apenas relatar o que aconteceu neste caso em particular: os Panic! at the Disco mudaram o nome para Panic at the Disco e lançaram um álbum bom - Pretty. Odd.. Provavelmente foram possuídos pelos espíritos sagrados de Lennon e Harrison, porque este álbum é um hino à música dos Beatles, um álbum pop numa década em que já não há pop sem misturar hiphop e essas cenas que eu não percebo, não percebo.

Há muita cena estranha no Japão. provavelmente alguns dos caros leitores, cultos como são, já ouviram falar de um estilo "musical" chamado Visual Kei (raparem como um estilo musical tem Visual no nome). Isso consiste em quê? - pergunta o leitor sem ter noção no que se está a meter. Imaginem uns meninos(as) a tocarem música parecida com a que os Green Day fazem hoje em dia mas todos vestidos como as personagens dos rpgs japoneses, com roupas todas espampanantes e cabelos todos espetados e com cores fluorescentes.
Isto a propósito de um catraio (chamado Miyavi) que era guitarrista numa banda destas e que decidiu fazer uma carreira a solo. Continuou a fazer música de merda, até que um dia lhe deu um sopro (como aconteceu a todos os sujeitos dos álbuns sugeridos neste artigo) e decidiu aprender a tocar guitarra como deve ser e lançou Dokuso.

E voltamos às terras do sol poente para falar de uma das melhores piores bandas de sempre, cujo vocalista além de ser um génio musical também sabe tocar guitarra como ninguém: Limp Bizkit, pois claro! Definiram um dos piores momentos musicais do século e, com vergonha na cara que andava sempre pintada, o guitarrista Wes Borland saiu da banda para que esta pudesse atingir níveis ainda mais baixos de qualidade.
Alguns anos passaram e Wes voltaria a entrar para a banda. Lançaram o ep The Unquestionable Truth (part 1) que deve ser o único registo decente da banda (desculpem mas não encontrei vídeo melhor), antes que o guitarrista fugisse outra vez.

Decidi terminar este artigo com um dos artistas portugueses de maior gabarito e pior gosto: José Cid.
Se as suas capacidades como músico e compositor são inquestionáveis, já o seu "bom" gosto não é tanto assim. Mesmo nos seus melhores momentos há sempre qualquer coisa embaraçosa que faz com que toda a gente sinta um misto de carinho e simpatia pelo músico.
O álbum de José Cid que vou sugerir, adivinharam: 10,000 Anos Depois Entre Vénus e Marte. Para quem não conhece, só posso dizer que deviam ter vergonha. É rock progressivo dos anos 70 no seu melhor. Imaginem Pink Floyd, King Crimson, Yes, mas cantado pelo nosso amigo Cid.
Sem dúvida o melhor álbum português de sempre (tirando os dos Fingertips).

Por esta semana é tudo, até à próxima!

Este artigo é interactivo e faz uso de novas tecnologias (podem enviar-me sms com sugestões para artigos que eu vou provavelmente ignorá-las)