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terça-feira, 17 de maio de 2011

Parabéns

Depois de duas tentativas falhadas de ouvir (e gostar) do segundo álbum dos MGMT, por causa da insistência de um amigo acabei por fazer uma terceira. Se tivesse voltado a achar uma merda não estava aqui a fazer um post, por isso já sabem para onde isto vai.

Não é que aquilo seja a melhor cena de sempre, mas é bem melhor do que o pintei. E acho que percebi porque é que não gostei dele da primeira vez. A pop (que é a melhor arma dos gajos) está lá. A escrita de canções é boa. O que fode é a produção.

Quando esta banda, que para mim representava mais ou menos o que de bom se fez na passada década (boa pop, óptima electrónica), lançou o álbum novo eu estava à espera do óbvio: mais música moderna, cenas que agora toda a gente vai imitar. Não estava à espera de psicadelismo de há 30 anos atrás.

domingo, 6 de março de 2011

Ovelha Negra

Desilude a mixtape dos Orelha Negra, lançada dia 2 e disponível para download no Facebook da Time Out. Podem ouvir os temas todos no site da Antena 3. O conceito de repetir os temas de um álbum tão bom com malta d'Os Tornados ao Tiago Bettencourt tornava a tarefa complicada. Como pegar num óptimo álbum instrumental, vocalizá-lo e não saber a pouco?

Há mais experiências falhadas que conseguidas (e ouve-se M.I.R.I.A.M. demasiadas vezes). Ficam para ouvir mais vezes as participações daqueles que se sentem em casa: Mind da Gap, Valete, NBC e Nerve.


PS: Foi um dia mau para novas audições. A nova dos Grinderman com o tipo dos National é inaudível, a nova dos Clã está regular e a nova dos Arctic Monkeys não me entusiasmou.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Mais Radiohead (e mais geek que nunca)

Como encontrar o artwork escondido:


Exacto, a capa da versão física também só contem as oito músicas já conhecidas.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Scurrilous

Leakou o álbum novo de Protest the Hero. E é BRUTAL :D



Melhor mês de sempre, srly.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Teoria da conspiração

Ainda agora saiu o álbum e:

«Many critics and fans have postulated that the first eight tracks of The King of Limbs could be followed by more tracks being released. DIY noted that: the "newspaper" album edition includes 2 10" records which wouldn't be necessary for the 37 minute length of the first eight tracks, the file Radiohead's website labels the album to download is KOL1, which has made many wonder that the number one had been added on the file name so that a number two or more could be added for more tracks, and that the final track in the album "Separator" not only hints that the album is separated in two, but the closing lines of the song "if you think this is over, then you're wrong" are clues to another release of tracks.»

sábado, 25 de dezembro de 2010

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Não sei o que é...

Mas cheira bem.

Damon Albarn, Tony Allen e Flea têm uma banda.

Gosto.

Mais informações (nem por isso) aqui.

sábado, 16 de outubro de 2010

Yann Tiersen - Dust Lane

Novo álbum.

«Dust Lane is the sixth studio album by Yann Tiersen. Two years in the making, it was largely recorded on Tiersen's current home of Ouessant, a small island off the coast of West Britanny, with further parts recorded on an island in the south Philippines and last touches and final mix at The Chairworks Studio in Castelford with producer Ken Thomas (Sigur Rós, M83, Dave Gahan).

Dust Lane is, inescapably, an album preoccupied with mortality. During its recording, Tiersen lost his mother and a close friend, and the music within embodies what it is to be bereaved. It is also an album about life not as something lost, but something to be lived. "Not a sad thing, but a colourful thing - an experience sometimes painful, but also joyful," says Tiersen.
»

http://www.yanntiersen.com/

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Jazzy Pais Simões

Isto promete.

«Faltam poucas semanas para o lançamento do novo disco de JP Simões, Onde Mora o Mundo, que resulta de uma parceria criativa com o músico Afonso Pais.

O álbum terá dez canções com o seguinte alinhamento:

1. DORINHA (pequena dor)
2. ONDE MORA O MUNDO
3. CARO COMPARSA
4. A MARCHA DOS IMPLACÁVEIS
5. CONVERSA DE ESQUINA
6. VOLTAR A ÍTACA
7. VOCIFEROZ
8. FALSA VALSA
9. NADA VEZES NADA
10. MAIS UMA AURORA

Onde Mora o Mundo nasce de um Verão de intenso trabalho de gravações e misturas no estúdio Namouche, Lisboa. Além de JP Simões e de Afonso Pais (guitarras, voz, piano, "fender rhodes", theremin, arranjos e direcção musical), a ficha técnica conta com Carlos Barretto (contrabaixo), Alexandre Frazão (bateria), Jorge Reis (saxofone alto), Tomás Pimentel (fliscorne), Luís Cunha (trombone, "Eb Horn", flauta), Guto Lucena (flauta em sol, flauta baixo) e com o Quarteto ArtZen. O espanhol Perico Sambeat é o convidado especial do disco, emprestando as notas do seu saxofone soprano ao tema "Conversa de Esquina".»


Afonso Pais: site, myspace

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

quarta-feira, 30 de junho de 2010

terça-feira, 15 de junho de 2010

Orelha Negra



Há um par de meses, num dia em que uma incubação me deixou com mais tempo livre (sexta-feira, provavelmente), decidi dar uma checkadela na ipsilon antes de pinchar no pub.

Tinha lá uma crítica de discos que partia de uma permissa engraçada: malta dos Cool Hipnoise, BSS e o Sam the Kid decidiram juntar-se e fazer uma espécie de superbanda (eu prometo que hei de falar sobre este tema) anónima. Anónima de tal modo que a capa do disco e cartazes de divulgação são feitos com sleeveface (incluindo, por exemplo, um disco de Roberto Carlos). A crítica ao disco pareceu-me bastante interessante e se calhar um estilo de música que eu não associaria à primeira ao Sam the Kid (que me pareceu o nome mais desenquadrado aqui). Também não é novo o conceito de gente famosa a ter um segundo trabalho anónimo (lembro-me assim de repente dos Teratron, uns Daft Punk portugueses formados por membros dos Da Weasel).

Um belo dia, um par de semanas depois, dei por mim a deambular pelo Porto. Entrei numa Fnac. Sleeveface num vinil em exposição, dizendo só "Orelha Negra". Não estava muito caro.

Se há coisa que aprecio, é fazer uma aposta cega. Trouxe o disco sem ter ouvido uma música sequer.

É, a par dos Zelig, o disco português do ano e um dos que mais tem rodado no meu ipod (ironicamente, entretanto tive de arranjar a versão portátil) nos últimos tempos.

Numa era em que a maior parte da música é feita a pensar no itunes (com todas as vantagens e desvantagens inerentes) esta parece-me uma das melhores fusões entre o analógico e o digital. Os fãs de chavões poderiam usar aqui a palavra "refrescante".

Esta gente conseguiu fazer um som em que os samples pura e simplesmente interagem com o instrumental sem soar a colagem, algo que já certas bandas como os Blasted Mechanism ou The Bombazines tinham conseguido fazer muito bem, mas desta vez com um resultado ritmicamente muito mais lento, mais dançável no sentido arcaico da palavra. Os nossos pais poriam este disco a tocar numa festa de garagem antes de lançar os slows.

terça-feira, 4 de maio de 2010

Omar Frusciante



















Omar Rodriguez-Lopez e John Frusciante lançaram um álbum que está disponível para download gratuito (com a possibilidade de deixarem um donativo) aqui.