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sexta-feira, 29 de julho de 2011
segunda-feira, 18 de abril de 2011
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Como é que eu só ouvi falar disto agora?
Uma banda que reúne duas das melhores (e mais... hm... voluptuosas?) vozes femininas portuguesas? Com o baixista de Orelha? Até nos esquecemos que têm lá o gajo dos Delfins.
Movimento - Novo projecto de Gomo, Selma Uamusse (Wraygunn), Marta Ren (ex-Sloppy Joe e Bombazines) e Miguel Ângelo (ex-Delfins) (...) produção e direcção musical de Francisco Rebelo (Cool Hipnoise, Cacique 97 e Cais Sodré Funk Connection) e do (...)João Cabrita (...) revisita uma série de clássicos nacionais dos anos 60 e 70, de “E depois do adeus” (Paulo de Carvalho) a “Verão” e “Flor sem tempo” (Fernando Mendes), de “Começar de novo” (Simone de Oliveira) a “O louco” (Conjunto Académico João Paulo) (...) numa abordagem de inspiração Soul clássica, mas carregada de sintomas de modernidade.
O disco sai este mês, e haverá concertos com uma orquestra de 12 elementos, incluindo, como sempre deveria ser, um belo naipe de sopros.
Há amostras no myspace.
Movimento - Novo projecto de Gomo, Selma Uamusse (Wraygunn), Marta Ren (ex-Sloppy Joe e Bombazines) e Miguel Ângelo (ex-Delfins) (...) produção e direcção musical de Francisco Rebelo (Cool Hipnoise, Cacique 97 e Cais Sodré Funk Connection) e do (...)João Cabrita (...) revisita uma série de clássicos nacionais dos anos 60 e 70, de “E depois do adeus” (Paulo de Carvalho) a “Verão” e “Flor sem tempo” (Fernando Mendes), de “Começar de novo” (Simone de Oliveira) a “O louco” (Conjunto Académico João Paulo) (...) numa abordagem de inspiração Soul clássica, mas carregada de sintomas de modernidade.
O disco sai este mês, e haverá concertos com uma orquestra de 12 elementos, incluindo, como sempre deveria ser, um belo naipe de sopros.
Há amostras no myspace.
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sexta-feira, 25 de março de 2011
Nem sabia que ainda os faziam
Mercury Records deixa de produzir singles em CD e vinil
A Mercury Records é a editora que tem o single mais vendido da história, “Candle in the Wind”, a homenagem de 1997 de Elton John à princesa Diana. Além deste marco histórico, esta mesma companhia discográfica detém o single mais valioso da história, a versão de “That´ll be the Day” da banda antecedente aos Beatles, os The Quarrymen.
Este anúncio representa mais um avanço para a era digital. Na recente tabela de singles norte-americana, apenas um por cento provém da compra de formatos físicos. Após o fecho de míticas lojas de música como a “Tower Records”, em Londres, a Mercury Records é mais um sinal da passagem para uma indústria musical centrada na Internet.
A Mercury Records é a editora que tem o single mais vendido da história, “Candle in the Wind”, a homenagem de 1997 de Elton John à princesa Diana. Além deste marco histórico, esta mesma companhia discográfica detém o single mais valioso da história, a versão de “That´ll be the Day” da banda antecedente aos Beatles, os The Quarrymen.
Este anúncio representa mais um avanço para a era digital. Na recente tabela de singles norte-americana, apenas um por cento provém da compra de formatos físicos. Após o fecho de míticas lojas de música como a “Tower Records”, em Londres, a Mercury Records é mais um sinal da passagem para uma indústria musical centrada na Internet.
domingo, 6 de março de 2011
Estatísticas
Pode parecer no sentido oposto aos posts anti-indústria do Telmo mas não é, são apenas números. Explicações, este e outros gráficos em The REAL Death Of The Music Industry.
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terça-feira, 5 de outubro de 2010
Notícias avulso
Em dia feriado, coisas que andam por aí:
- Nova lei dos solos vai impedir solos de guitarra com mais de minuto e meio;
- Diabo na Cruz a desfazer microfones por lhes terem cortado o som?
- A Bor Land acabou. Vai haver concertos e o leiloar de uma caixa com a obra completa;
- Philip Auslander vai estar na Faculdade de Letras da UP próximos dias 11 e 12 para falar sobre "Reactivation: Performance, Meditization, and the Present Moment" e "Lucille Meets GuitarBot: Instrumentality, Agency, and Technology in Musical Performance".
domingo, 18 de abril de 2010
Quanto preciso de vender?
Quanto é que um músico precisa de vender para ganhar o salário mínimo (dos USA)? Muito interessante de ver o gráfico que responde à pergunta anterior para os vários cenários de venda possíveis... Clicar para ver o post original e gráfico completo.
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quarta-feira, 10 de junho de 2009
Portugal Underground
O melhor sítio para encontrar demos perdidas de bandas portuguesas mais ou menos alternativas. No Portugal Underground há de tudo - certamente que muito mais metal e punk, mas também é essa a realidade do underground tuga -, é procurar e quem sabe se não se encontra algo surpreendente.
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segunda-feira, 18 de maio de 2009
Pink Floyd Ultimate Fan Page
Engraçado o conceito da Pink Floyd Ultimate Fan Page. Nada de muito complexo mas relativamente inovador, no que toca a portais dedicados a uma banda só.
«Listen to tracks, watch videos, explore the band, get the latest news and connect with fans across the social internet communities - all on one single web page.
«Listen to tracks, watch videos, explore the band, get the latest news and connect with fans across the social internet communities - all on one single web page.
- Radio - random Pink Floyd MP3 tracks
- Video - self-refreshing video player
- Photo - Floyd random image gallery
- News - BBC, Google & others
- Download - iTunes and Amazon MP3
- Search - Wikipedia, Flickr & YouTube
- Social - FBk, MySpace, Bebo, LastFM
- Official - sites, stores, merch
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quinta-feira, 7 de maio de 2009
domingo, 12 de abril de 2009
Beatles reeditados
«The 12 Beatles albums and the "Magical Mystery Tour" soundtrack (originally released as an EP in the U.K.) will be re-issued to coincide with the release of "The Beatles: Rock Band" video game. Each of the CDs includes expanded booklets containing original and newly written liner notes and rare photos, and for a limited period each CD will also be embedded with a brief documentary film about the album.»
Mais detalhes da extensa reedição, resultado de quatro anos de trabalho, na notícia da Billboard.
Mais detalhes da extensa reedição, resultado de quatro anos de trabalho, na notícia da Billboard.
sábado, 11 de abril de 2009
Porque concordo com o que eles dizem...
Porque acho que são gajos responsáveis por uma dinamização monumental do ambiente musical do porto...
Porque acho que bonito bonito... era uma patada na boca do Tozé Brito (e mamões afins)...
Partilho a notícia. Basicamente, a SPA continua a tentar mamar sem ter o mínimo de motivos para tal. Nem que para isso, implique com quem trabalha por amor à camisola.
Já vem tarde, mas ao menos acompanho com uma notícia positiva que surgiu entretanto, que mostra que cada vez há mais gente a pensar "outside the box" (resumindo: Hard Club lançou uma netlabel).
Porque acho que bonito bonito... era uma patada na boca do Tozé Brito (e mamões afins)...
Partilho a notícia. Basicamente, a SPA continua a tentar mamar sem ter o mínimo de motivos para tal. Nem que para isso, implique com quem trabalha por amor à camisola.
Já vem tarde, mas ao menos acompanho com uma notícia positiva que surgiu entretanto, que mostra que cada vez há mais gente a pensar "outside the box" (resumindo: Hard Club lançou uma netlabel).
sexta-feira, 27 de março de 2009
Optimus Discos
Acho que, pela primeira vez, uma notícia de uma nova iniciativa no mundo da edição portuguesa me soa verdadeiramente bem.
«A Optimus Discos é uma nova plataforma de edição discográfica, preparando-se para lançar, entre Abril e o final deste ano, 18 EPs de grupos e artistas portugueses .
A ideia partiu do radialista e divulgador musical Henrique Amaro e tem um cariz duplo, ao disponibilizar os EPs gratuitamente na internet , bem como em CD à venda nas lojas FNAC por 4,95 euros.»
CLAP CLAP!
Mais informações na Blitz ou no IOL Música.
«A Optimus Discos é uma nova plataforma de edição discográfica, preparando-se para lançar, entre Abril e o final deste ano, 18 EPs de grupos e artistas portugueses .
A ideia partiu do radialista e divulgador musical Henrique Amaro e tem um cariz duplo, ao disponibilizar os EPs gratuitamente na internet , bem como em CD à venda nas lojas FNAC por 4,95 euros.»
CLAP CLAP!
Mais informações na Blitz ou no IOL Música.
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segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Novidades da maçã
As (outras) novidades do fim da exclusividade do iTunes e as lições do GarageBand não conseguem, de modo algum, competir com a notícia do fim do DRM nas músicas do iTunes!
Diz a NME:
«CEO Steve Jobs said that from today, all four major music labels—Universal Music Group, Sony BMG, Warner Music Group and EMI, along with thousands of independent labels, are offering their music in iTunes Plus, Apple’s DRM-free format with higher-quality 256 kbps AAC encoding for audio quality which is “virtually indistinguishable from the original recordings”.»
Ok, esta última frase não soa bem verdade, tal como a que na Blitz diz que a «Apple já se tinha insurgido contra os D.R.M. mas as grandes editoras continuavam a querer mantê-los como forma de ajudar as outras lojas digitais a competir com a Apple.»
O que interessa mesmo é que todas as músicas à venda vão deixar de ter a ridícula limitação de cópia, o que vai trazer também um novo modelo de preços: 69 cêntimos (maioria), 99 cêntimos, $1.29 (hits). Claro que quem já comprou músicas com DRM e quiser actualizá-las para a versão em condições terá que desembolsar apenas 30% do preço do álbum (a generosidade Apple a que já estamos habituados).
No fim de contas, são óptimas notícias, mas nada que não devesse já ser assim à partida.
Diz a NME:
«CEO Steve Jobs said that from today, all four major music labels—Universal Music Group, Sony BMG, Warner Music Group and EMI, along with thousands of independent labels, are offering their music in iTunes Plus, Apple’s DRM-free format with higher-quality 256 kbps AAC encoding for audio quality which is “virtually indistinguishable from the original recordings”.»
Ok, esta última frase não soa bem verdade, tal como a que na Blitz diz que a «Apple já se tinha insurgido contra os D.R.M. mas as grandes editoras continuavam a querer mantê-los como forma de ajudar as outras lojas digitais a competir com a Apple.»
O que interessa mesmo é que todas as músicas à venda vão deixar de ter a ridícula limitação de cópia, o que vai trazer também um novo modelo de preços: 69 cêntimos (maioria), 99 cêntimos, $1.29 (hits). Claro que quem já comprou músicas com DRM e quiser actualizá-las para a versão em condições terá que desembolsar apenas 30% do preço do álbum (a generosidade Apple a que já estamos habituados).
No fim de contas, são óptimas notícias, mas nada que não devesse já ser assim à partida.
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sábado, 27 de dezembro de 2008
Universal portuguesa no YouTube
Ah! Finalmente posso ver os vídeos dos Ornatos com qualidade decente. Porquê? Porque encontrei no YouTube um canal da subsidiária portuguesa da Universal com os vídeos em alta qualidade, Dos Pluto aos Ornatos, do Iran Costa à Quadrilha, do Clemente aos Excesso, entre muitos outros. São já 209.
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terça-feira, 23 de dezembro de 2008
YouTube (é que) rejeita Warner
Quando recentemente desapareceram os vídeos da Warner do YouTube disse-se (blogs, jornais, tv) que a editora teria obrigado o site ao acto... Até aqui, tudo normal e dentro do lógico, se ainda estivéssemos num mundo em que as editoras mandam e o YouTube é visto por elas como um antro de foras-da-lei. Já não estamos (em relação à primeira premissa, pelo menos). No novo mundo, o YouTube (cof Google cof) manda e as editoras remedeiam-se (ou «adaptam-se», dizem elas) e tentam fazer dinheiro com isso. A história acaba sempre da mesma maneira: com ganância. Ou pelo menos assim noticia a Exame Informática aqui.
«Ao que tudo indica, a Warner não estava contente com o valor que recebe de cada vez que um vídeo de um artista seu é visto no YouTube e começou a exigir mais dinheiro. O YouTube, não estando disposto a pagar mais, rompeu negociações e começou a retirar os vídeos, noticia o Cnet.
O prejuízo será maior para a editora do que para o site de partilha (...)»
«Ao que tudo indica, a Warner não estava contente com o valor que recebe de cada vez que um vídeo de um artista seu é visto no YouTube e começou a exigir mais dinheiro. O YouTube, não estando disposto a pagar mais, rompeu negociações e começou a retirar os vídeos, noticia o Cnet.
O prejuízo será maior para a editora do que para o site de partilha (...)»
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quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
SellaBand
Nem vale a pena começar a falar das lutas das bandas com as editoras ao longo dos tempos. Peguem em todas as coisas que leram e ouviram sobre isso e façam vocês a introdução a este post.
Na busca por apoio para se lançarem, as bandas podem hoje contar com mais esta ideia: SellaBand. Qual o conceito por trás deste site? Cada banda regista um perfil com 3 músicas, fotos e informação. É-lhes atribuído um "passe" que contém 5000 partes, partes essas que podem ser compradas por utilizadores do site ao preço de $10 cada.
Quando todas as partes forem compradas (ou seja, $50.000 de investimento) a banda vai para estúdio gravar o seu álbum, com este dinheiro a servir para pagar as despesas.
O que é que os investidores ganham? Além de um CD promocional da banda em questão, ganham revenue share que varia proporcionalmente ao que foi investido, além de outras vantagens à medida que vão passando determinados limites, chegando mesmo a receber uma viagem de avião para assistir as gravações da banda caso decidam ser MESMO generosos (se comprarem 1000 partes, ou seja $10.000 investidos).
Resta dizer que já 29 bandas conseguiram completar o passe, sendo que várias já lançaram o album e estão a contribuir para o bolso dos investidores (ou, o bolso dos "believers" como lhes chama o site). Há, inclusivamente, uma banda portuguesa entre as mais felizes, que está a gravar neste momento.
Na busca por apoio para se lançarem, as bandas podem hoje contar com mais esta ideia: SellaBand. Qual o conceito por trás deste site? Cada banda regista um perfil com 3 músicas, fotos e informação. É-lhes atribuído um "passe" que contém 5000 partes, partes essas que podem ser compradas por utilizadores do site ao preço de $10 cada.
Quando todas as partes forem compradas (ou seja, $50.000 de investimento) a banda vai para estúdio gravar o seu álbum, com este dinheiro a servir para pagar as despesas.
O que é que os investidores ganham? Além de um CD promocional da banda em questão, ganham revenue share que varia proporcionalmente ao que foi investido, além de outras vantagens à medida que vão passando determinados limites, chegando mesmo a receber uma viagem de avião para assistir as gravações da banda caso decidam ser MESMO generosos (se comprarem 1000 partes, ou seja $10.000 investidos).
Resta dizer que já 29 bandas conseguiram completar o passe, sendo que várias já lançaram o album e estão a contribuir para o bolso dos investidores (ou, o bolso dos "believers" como lhes chama o site). Há, inclusivamente, uma banda portuguesa entre as mais felizes, que está a gravar neste momento.
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quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Sport Clube Leiria e Marrazes
A notícia já não é nova mas não deixa de ser interessante assistir ao patrocínio inédito de uma banda (com o apoio da editora Rastilho) a um clube de futebol. Neste caso, ao Sport Clube Leiria e Marrazes (na foto), ex-clube de dois dos membros dos The Allstar Project.
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