An early echoplex tape based delay unit.
Mostrar mensagens com a etiqueta Acústica. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Acústica. Mostrar todas as mensagens
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Mathematics, Physics and A Hard Day’s Night
Abstract
In this article we shall use mathematics
and the physics of sound to unravel one of
the mysteries of rock ’n’ roll – how did the
Beatles play the opening chord of A Hard
Day’s Night? The song may never sound the
same to you again.
Para mais informações, leiam a notícia da Wired ou mesmo o próprio artigo de cinco páginas.
terça-feira, 20 de outubro de 2009
The 4 ways sound affects us (por Julian Treasure)
Recomendo vivamente a interessante TED Talk em que Julian Treasure disserta acerca do som no nosso quotidiano de uma forma extremamente sintética e directa (pouco mais de 5 minutos).
sábado, 1 de agosto de 2009
A música do piche
Não, não vos trago uma banda sonora para viagens (isso deve ser responsabilidade do Marmelo). Trago-vos uma estrada que dá música a quem nela passa. Estão a pensar no som irritante que vos acorda quando pisam as linhas das bermas portuguesas? Esqueçam lá isso! Nestas estradas que vos apresento, as marcas feitas no pavimento fazem com que se ouça uma melodia à passagem dos pneus. Onde é? No Japão... (havia outra possibilidade?)Segundo o artigo que li, um tal de Sr. Shinoda - não dos Linkin Park mas do Hokkaido Industrial Research Institute - partiu das teorias da resonância para descobrir que a variação do espaçamento entre os cortes no pavimento provocava uma correspondente variação na frequência de som emitida. Daí até compor uma melodia de piche bastou uma elevada dose de insanidade e financiamento, como podem ver na reportagem abaixo ou neste outro vídeo.
PS: Descobri isto no artigo "The world's most bizarre instruments" da NME. Dava para fazer um post por cada "instrumento"...
Temas:
Acústica,
Instrumentos
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Pulseiras sonoras
«The Sound Advice Project converts voice recordings into sound waves that are then rendered into wearable bracelets. The ultimate aim of this project is to remind children of the dangers of drugs, by rendering the advising words of parents' into physical form which then accompanies them at all times. (...)»
Temas:
Acústica
quinta-feira, 26 de março de 2009
Little Scale Blog
Há para aí um senhor que criou um patch no Max/MSP que promete tocar:
"All 4-bit waveforms that have 32 samples"
Simples, não? Vamos ver:
32 samples refere-se a 32 amostras por segundo (para os interessados em aprofundar, ver o teorema de amostragem de Nyquist-Shannon), sendo que cada uma dessas amostras tem 16 valores possíveis (os tais 4 bits). Se multiplicarmos ficamos com 512 "bits/segundo".
Complicado, não? Vejamos:
O áudio dum CD normalíssimo tem 44 100 samples/segundo a 16 bits. Isso dá o célebre 1.4 Mbits/s (1 411 200 bits/s). Para cada um dos 2 canais... Isto para contextualizar e dizer que os 512 até parecem muito simplezinhos.
Problema: as possibilidades de formatos de onda sonora a 4-bits e 32 samples são 16^32. O patch toca 100 formas por segundo (o que levanta alguns problemas, mas ok) a uma frequência fixa. Nas palavras do próprio,
"There are 16 ^ 32 possibilities. The patch plays 100 different waveforms for every second, at a constant frequency of 440 Hz. At this rate it will take 1,079,028,307,100,000,000,000,000,000 centuries to complete."
Traduzido para o nosso português, o patch chegará ao fim dentro de:
1,079,028,307,100,000,000,000,000,000 séculos
Possibilidades musicais? Ouçam por vocês próprios no vídeo abaixo. Principal mérito quanto a mim: relembrar a toda a gente que isto do som é mesmo muito complexo. Se todas as formas possíveis de onda a 512 bits/s levam aquele tempo para concluir, quanto levariam as de 1 411 200 bits/s? E lembrem-se que estamos a falar sempre da mesma frequência. E se usássemos todas as frequências possíveis? E mais: os tais 1 411 200 bits/s são alvos de duríssimas críticas como todos sabemos por não terem qualidade suficiente!!!!
E isto já faz parte da beleza da música.
litte scale blog: all 4-bit waveforms that have 32 samples
"All 4-bit waveforms that have 32 samples"
Simples, não? Vamos ver:
32 samples refere-se a 32 amostras por segundo (para os interessados em aprofundar, ver o teorema de amostragem de Nyquist-Shannon), sendo que cada uma dessas amostras tem 16 valores possíveis (os tais 4 bits). Se multiplicarmos ficamos com 512 "bits/segundo".
Complicado, não? Vejamos:
O áudio dum CD normalíssimo tem 44 100 samples/segundo a 16 bits. Isso dá o célebre 1.4 Mbits/s (1 411 200 bits/s). Para cada um dos 2 canais... Isto para contextualizar e dizer que os 512 até parecem muito simplezinhos.
Problema: as possibilidades de formatos de onda sonora a 4-bits e 32 samples são 16^32. O patch toca 100 formas por segundo (o que levanta alguns problemas, mas ok) a uma frequência fixa. Nas palavras do próprio,
"There are 16 ^ 32 possibilities. The patch plays 100 different waveforms for every second, at a constant frequency of 440 Hz. At this rate it will take 1,079,028,307,100,000,000,000,000,000 centuries to complete."
Traduzido para o nosso português, o patch chegará ao fim dentro de:
1,079,028,307,100,000,000,000,000,000 séculos
Possibilidades musicais? Ouçam por vocês próprios no vídeo abaixo. Principal mérito quanto a mim: relembrar a toda a gente que isto do som é mesmo muito complexo. Se todas as formas possíveis de onda a 512 bits/s levam aquele tempo para concluir, quanto levariam as de 1 411 200 bits/s? E lembrem-se que estamos a falar sempre da mesma frequência. E se usássemos todas as frequências possíveis? E mais: os tais 1 411 200 bits/s são alvos de duríssimas críticas como todos sabemos por não terem qualidade suficiente!!!!
E isto já faz parte da beleza da música.
litte scale blog: all 4-bit waveforms that have 32 samples
Temas:
Acústica,
Didáctico,
Electrónica,
Geek
segunda-feira, 9 de março de 2009
TED x 3
É ao gosto do freguês:
Rethinking the music video
What would a music video look like if it were directed by the music, purely as an expression of a great song, rather than driven by a filmmaker's concept? Designer Jakob Trollback shares the results of his experiment in the form.
Theremin, the untouchable music
Virtuoso Pamelia Kurstin performs and discusses her theremin, the not-just-for-sci-fi electronic instrument that is played without being touched.
How to listen to music with your whole body
In this soaring demonstration, deaf percussionist Evelyn Glennie illustrates how listening to music involves much more than simply letting sound waves hit your eardrums.
Rethinking the music video
What would a music video look like if it were directed by the music, purely as an expression of a great song, rather than driven by a filmmaker's concept? Designer Jakob Trollback shares the results of his experiment in the form.
Theremin, the untouchable music
Virtuoso Pamelia Kurstin performs and discusses her theremin, the not-just-for-sci-fi electronic instrument that is played without being touched.
How to listen to music with your whole body
In this soaring demonstration, deaf percussionist Evelyn Glennie illustrates how listening to music involves much more than simply letting sound waves hit your eardrums.
Temas:
Acústica,
Didáctico,
Equipamento,
Tecnologia,
Vídeos
Subscrever:
Mensagens (Atom)
