sexta-feira, 8 de abril de 2011

Afinal...

parece que há hip-hop fixe.



O álbum é de 2000, e vale a pena.

Black Ranger


A-1, WooStaar and Sac Masta Collaborate to bring you "After School Special". All Of your favorite 90's shows remixed with A-1 Providing the rhymes.
Classic shows like Pokemon, All That, Power Rangers, Reading Rainbow and More!
bandcamp: download.a-1music.com/track/black-ranger

quinta-feira, 7 de abril de 2011

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Depois de os ver no 5 para a Meia-Noite

Chego à conclusão que os Gift querem apenas que a gente os ajude a pagar as férias de verão na Índia.

Mixtapes

Não sou grande fã do conceito de Mixtapes. Principalmente quando estamos a falar de uma obra original do calibre do Orelha Negra.

Como me foi descrito, e eu concordo, é como alguém chegar ao Picasso e dizer-lhe "Epá, esta Guernica está bem fixe, mas deixa-me meter umas linhas minhas por cima. E uns tags."

A verdade é que, se é para meter vozes num álbum instrumental, podíamos ao menos ter um mínimo de preocupação lirística. Em três músicas diferentes, para além de nesta mixtape encontrarmos a mítica Constatação Lírica nº1, temos também pessoas a fazer rimar "Eu juro" com "Pagar juros", "em cima do palco a olhar para o Público" com "saiu no jornal Público" e "a minha mãe é cega" com "eu jogo sega".

O pior de tudo é o atestado de imbecilidade perfeita que é passado à audiência de rádio portuguesa: no ano e meio desde que o álbum saiu, consegui ouvir um par de vezes "A Cura" ou a "M.I.R.I.A.M.", muito de longe a longe, e só provavelmente na Ant3na.

Este fim-de-semana, apercebi-me que há uma música que apenas pode ser resumida como "um fã que nunca cantou mais do que os parabéns na vida, ligou o microfone do skype no pc e gravou uma linha de voz sobre A memória e lançou para a net sem o mínimo de produção", que não só passa na rádio em alta rotação como ainda tem o direito a fazer parte do jingle de uma estação.

Pessoas, não conseguem mesmo ouvir música que não tenha um refrão para cantarem?

quarta-feira, 30 de março de 2011

Borlas #4





















The Weeknd - House of Balloons
Electronic Pop

Outra vez, Júlio :D

Eu chamaria também ser emproado

odeio gente que põe amostras no myspace

no geral, demasiado plástico para pouco conteúdo. desperdício.

prefiro a canção inteira. só 30 segundos de amostra é de forreta e dá vontade de ir procurar o album à borla na net imediatamente

Apesar de já não me lembrar da última vez que fui ao my___, ou lá como é que se chama agora.

Para o Telmo

domingo, 27 de março de 2011

sexta-feira, 25 de março de 2011

Porque hoje é Sexta-Feira...

Dei voltas e mais voltas e não percebia porquê. Depois de o Diogo me ter espicaçado a curiosidade sobre a Rebecca Black fui ouvir e fiquei fora de mim.

Pensando que era a nova criação musical da Disney/EMI/JayZ, um produto mais-que-refinado, pronto a tomar de assalto os bolsos de toda a gente com filhas entre os 12-16 anos, fui ouvir a música:



- A produção é fraquita;
- A qualidade musical é terrível. Não era terrível como em "Justin Bieber terrível", isto é pior, sem preocupação por fazer alguma coisa decente.
- A letra é inacreditável.
- A voz da garota é péssima e muito irritante. E note-se que está auto-tuned 99% do tempo. A rapariga nem sequer canta, só fala e deixa o software tratar do resto. MESMO ASSIM CANTA MAL.
- A chavala nem sequer é bonita. Nem os amigos dela no vídeo. A sério, num mundo musical de Jonas Brothers, Justin Biebers, Miley Cyruseseseseses, apostar numa garota assim é muito estranho.

Até que descobri finalmente o que se passa. Ela não é nenhum produto de um grande empresa que sabe o que faz. É só uma entre muitas meninas mimadas com pais ricos que podem pagar o luxo que é sonhar com uma carreira musical quando não se tem talento.

(edit): Esqueci-me de mencionar o quão importante é que vejam o artigo. Lulos mais que garantidos, ao verem os vídeos iguais das outras garotas.
Leiam tudo aqui.

Nem sabia que ainda os faziam

Mercury Records deixa de produzir singles em CD e vinil

A Mercury Records é a editora que tem o single mais vendido da história, “Candle in the Wind”, a homenagem de 1997 de Elton John à princesa Diana. Além deste marco histórico, esta mesma companhia discográfica detém o single mais valioso da história, a versão de “That´ll be the Day” da banda antecedente aos Beatles, os The Quarrymen.

Este anúncio representa mais um avanço para a era digital. Na recente tabela de singles norte-americana, apenas um por cento provém da compra de formatos físicos. Após o fecho de míticas lojas de música como a “Tower Records”, em Londres, a Mercury Records é mais um sinal da passagem para uma indústria musical centrada na Internet.

The Universal Sigh

Quem estiver pela praça Luís de Camões em Lisboa segunda-feira, pode ser que ganhe uma cópia do jornal que os Radiohead vão distribuir gratuitamente. Amanhã por todo o mundo.

http://www.theuniversalsigh.com/

«To commemorate this momentous occasion, Radiohead have produced a newspaper which will be given away, free, gratis, without cost to the consumer by accredited vendors from a multitude of locations WORLDWIDE! (...) our dedicated teams of newspaper delivery people will be handing out copies of THE UNIVERSAL SIGH to anyone who wants one, until we run out!

In conjunction with this unbelievable offer, Radiohead have established THE UNIVERSAL SIGH as a website on the internet, where details of your nearest vendor can be found, as well as more informations and a photogallery where we will be posting photos and the lucky owners of the gratis tabloid are invited to post pictures of themselves and their friends reading the newspaper in locations diverse and unusual. There will be other stuff too, but we haven’t thought of it yet.»

PS: este jornal não é o mesmo que vem com o vinil.
PPS: estes tipos são os maiores.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Downloads não contam

O primeiro álbum que tive foi uma cassete dupla dos GNR, in vivo. Está nestes momentos MIA, não faço ideia de como hei de conseguir arranjar o álbum em mp3. Já não o devo ouvir há mais de dez anos

O primeiro CD que tive, também foi duplo. Ainda me lembro que precisei de ajuda para abrir a caixa. Eram os Beatles, live at BBC. Uma boa base para qualquer criança.

O primeiro álbum que comprei com o meu dinheiro (dado pelos pais) foi um CD do Chalie Parker, que não era mais do que uma colectânea baseada no filme Bird, do Clint Eastwood.

O último CD que comprei... não sei. Deve ter sido o dos Zelig, porque não me lembro de mais nenhum que tenha comprado ultimamente. Apesar de mo ter sido oferecido.

O último álbum que comprei foi um EP em vinil do Crewdson, um multi-instrumentista que apanhei uma vez a tocar no Cafe Oto.