parece que há hip-hop fixe.
O álbum é de 2000, e vale a pena.
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Black Ranger
A-1, WooStaar and Sac Masta Collaborate to bring you "After School Special". All Of your favorite 90's shows remixed with A-1 Providing the rhymes.bandcamp: download.a-1music.com/track/black-ranger
Classic shows like Pokemon, All That, Power Rangers, Reading Rainbow and More!
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Como é que eu só ouvi falar disto agora?
Uma banda que reúne duas das melhores (e mais... hm... voluptuosas?) vozes femininas portuguesas? Com o baixista de Orelha? Até nos esquecemos que têm lá o gajo dos Delfins.
Movimento - Novo projecto de Gomo, Selma Uamusse (Wraygunn), Marta Ren (ex-Sloppy Joe e Bombazines) e Miguel Ângelo (ex-Delfins) (...) produção e direcção musical de Francisco Rebelo (Cool Hipnoise, Cacique 97 e Cais Sodré Funk Connection) e do (...)João Cabrita (...) revisita uma série de clássicos nacionais dos anos 60 e 70, de “E depois do adeus” (Paulo de Carvalho) a “Verão” e “Flor sem tempo” (Fernando Mendes), de “Começar de novo” (Simone de Oliveira) a “O louco” (Conjunto Académico João Paulo) (...) numa abordagem de inspiração Soul clássica, mas carregada de sintomas de modernidade.
O disco sai este mês, e haverá concertos com uma orquestra de 12 elementos, incluindo, como sempre deveria ser, um belo naipe de sopros.
Há amostras no myspace.
Movimento - Novo projecto de Gomo, Selma Uamusse (Wraygunn), Marta Ren (ex-Sloppy Joe e Bombazines) e Miguel Ângelo (ex-Delfins) (...) produção e direcção musical de Francisco Rebelo (Cool Hipnoise, Cacique 97 e Cais Sodré Funk Connection) e do (...)João Cabrita (...) revisita uma série de clássicos nacionais dos anos 60 e 70, de “E depois do adeus” (Paulo de Carvalho) a “Verão” e “Flor sem tempo” (Fernando Mendes), de “Começar de novo” (Simone de Oliveira) a “O louco” (Conjunto Académico João Paulo) (...) numa abordagem de inspiração Soul clássica, mas carregada de sintomas de modernidade.
O disco sai este mês, e haverá concertos com uma orquestra de 12 elementos, incluindo, como sempre deveria ser, um belo naipe de sopros.
Há amostras no myspace.
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Editoras,
Lançamentos,
Portuguesa,
Soul
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Depois de os ver no 5 para a Meia-Noite
Chego à conclusão que os Gift querem apenas que a gente os ajude a pagar as férias de verão na Índia.
Temas:
Portuguesa
Mixtapes
Não sou grande fã do conceito de Mixtapes. Principalmente quando estamos a falar de uma obra original do calibre do Orelha Negra.
Como me foi descrito, e eu concordo, é como alguém chegar ao Picasso e dizer-lhe "Epá, esta Guernica está bem fixe, mas deixa-me meter umas linhas minhas por cima. E uns tags."
A verdade é que, se é para meter vozes num álbum instrumental, podíamos ao menos ter um mínimo de preocupação lirística. Em três músicas diferentes, para além de nesta mixtape encontrarmos a mítica Constatação Lírica nº1, temos também pessoas a fazer rimar "Eu juro" com "Pagar juros", "em cima do palco a olhar para o Público" com "saiu no jornal Público" e "a minha mãe é cega" com "eu jogo sega".
O pior de tudo é o atestado de imbecilidade perfeita que é passado à audiência de rádio portuguesa: no ano e meio desde que o álbum saiu, consegui ouvir um par de vezes "A Cura" ou a "M.I.R.I.A.M.", muito de longe a longe, e só provavelmente na Ant3na.
Este fim-de-semana, apercebi-me que há uma música que apenas pode ser resumida como "um fã que nunca cantou mais do que os parabéns na vida, ligou o microfone do skype no pc e gravou uma linha de voz sobre A memória e lançou para a net sem o mínimo de produção", que não só passa na rádio em alta rotação como ainda tem o direito a fazer parte do jingle de uma estação.
Pessoas, não conseguem mesmo ouvir música que não tenha um refrão para cantarem?
Como me foi descrito, e eu concordo, é como alguém chegar ao Picasso e dizer-lhe "Epá, esta Guernica está bem fixe, mas deixa-me meter umas linhas minhas por cima. E uns tags."
A verdade é que, se é para meter vozes num álbum instrumental, podíamos ao menos ter um mínimo de preocupação lirística. Em três músicas diferentes, para além de nesta mixtape encontrarmos a mítica Constatação Lírica nº1, temos também pessoas a fazer rimar "Eu juro" com "Pagar juros", "em cima do palco a olhar para o Público" com "saiu no jornal Público" e "a minha mãe é cega" com "eu jogo sega".
O pior de tudo é o atestado de imbecilidade perfeita que é passado à audiência de rádio portuguesa: no ano e meio desde que o álbum saiu, consegui ouvir um par de vezes "A Cura" ou a "M.I.R.I.A.M.", muito de longe a longe, e só provavelmente na Ant3na.
Este fim-de-semana, apercebi-me que há uma música que apenas pode ser resumida como "um fã que nunca cantou mais do que os parabéns na vida, ligou o microfone do skype no pc e gravou uma linha de voz sobre A memória e lançou para a net sem o mínimo de produção", que não só passa na rádio em alta rotação como ainda tem o direito a fazer parte do jingle de uma estação.
Pessoas, não conseguem mesmo ouvir música que não tenha um refrão para cantarem?
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quarta-feira, 30 de março de 2011
Eu chamaria também ser emproado
odeio gente que põe amostras no myspace
no geral, demasiado plástico para pouco conteúdo. desperdício.prefiro a canção inteira. só 30 segundos de amostra é de forreta e dá vontade de ir procurar o album à borla na net imediatamente
Apesar de já não me lembrar da última vez que fui ao my___, ou lá como é que se chama agora.
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segunda-feira, 28 de março de 2011
O estranho mundo dos controladores
Abril de 2010, lançamento do iPad. Entrevista ao colosso JazzMutant, produtora do (épico) Lemur:
Março de 2011, lançamento do iPad 2:
(não meus caros, não é miragem, fiz um post!)
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