quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Porque não...

Diz o Medina, o gajo dos RiR:

''Vamos ter uma rua, a Rock Street com jazz''.

Eu acho muito bem. Assim como assim o festival também tem Rock no nome e é dedicado a outros géneros musicais.


via lusa

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Justinn O)))

É do conhecimento público que o Justin Bieber tem contribuído para o aumento do lodo na música pop. Quem diria que na realidade ele está a difundir obras primas drone?

Preparem-se para uma experiência altamente espiritual:


Agora estou curioso para ouvir Sunn O))) acelerado, aposto que soa a Ke$ha.

domingo, 15 de agosto de 2010

terça-feira, 10 de agosto de 2010

PIDE e Vilar de Mouros

"Informação nº 226-C.I.(I)

Distribuição Presidência do Conselho, Ministério do interior, Ministério da Educação Nacional

Assunto: Festival de música “Pop” em Vilar de Mouros

A seguir se transcreve o texto de uma informação redigida por um nosso elemento informativo que assistiu ao “festival” em questão, que teve lugar nos dias 7 e 8 do corrente, a qual se reproduz na íntegra, para não alterar os detalhes que foram alvo do seu espírito de observação:

“Dias antes do festival, foram distribuídos, nas estradas do País e nas estradas espanholas de passagem de França para Portugal, panfletos pedindo aos automobilistas que dessem boleias aos indivíduos que iam ver o festival.

No 1º dia, o espectáculo começou às 18h00 e prolongou-se até às 4 da manhã.
Ao anoitecer, o organizador, um tal Barge, anunciou que tinham sido vendidos 20 mil bilhetes (a 50$00 cada).
Esperavam vender 50 mil bilhetes para cobrir as despesas, que seriam aproximadamente a 2.500 contos.
Diziam que tiveram de mandar vir o conjunto Manfred Mann de Inglaterra, mas parece que estava no Algarve, e por isso, a despesa com eles não foi tão grande como parecia.

Um dos cantores, Elton John, causou desde o começo má impressão, com os seus modos soberbos e as suas exigências: carro de luxo para as deslocações, quartos de luxo para os acompanhantes e guarda-costas, etc.
O recinto do festival era uma clareira cercada de eucaliptos, com um taipal à volta e uma grade de arame do lado do ribeiro.

Na noite de 7 estavam muitos milhares de pessoas e muita gente dormiu ali mesmo, embrulhada em cobertores e na maior promiscuidade.
Entre outros havia:
crianças de olhar parado indiferentes a tudo
grupos de homens, de mão na mão, a dançar de roda
um rapaz deitado, com as calças abaixadas no trazeiro
um sujeito tão drogado que teve de ser levado em braços, com rigidez nos músculos
relações sexuais entre 2 pares, todos debaixo do mesmo cobertor na zona mais iluminada
sujeitos que corriam aos gritos para todos os lados
bichas enormes a comprar laranjadas e esperando a vez nas retretes (havia 7 ou 8 provisórias) mas apesar disso, houve quem se aliviasse no recinto do espectáculo.
porcaria de todo o género no chão (restos de comida, lama, urina) e pessoas deitadas nas proximidades

Viam-se algumas bandeiras. Uma vermelha com uma mão amarela aberta no meio (um dos símbolos usados na América pelos anarquistas); outra branca, com a inscrição “somos do Porto” com raios a vermelho e uma estrela preta.

A população da aldeia, e de toda a região, até Viana do Castelo, a uns 30 km de distância, estava revoltada contra os “cabeludos” e alguns até gritavam de longe ao passar “vai trabalhar”. Foram vistos alguns a comer com as mãos e a limparem os dedos à cabeleira.
Viam-se cenas indecentes na via pública, atrás dos arbustos e à beira da estrada.

Em Viana do Castelo dizia-se que os “hippies” tinham comprado agulhas e seringas nas farmácias da cidade.
Havia muitos estudantes de Coimbra, e outros que talvez fossem de Lisboa ou do Porto. Alguns passaram a noite em Viana do Castelo em pensões, e viam-se alguns de muito mau aspecto, parece que vindos de Lisboa, que ficaram numa pensão.

Houve gritos de Angola é… (qualquer coisa) durante a actuação do conjunto Manfred Mann (de que faz parte um comunista declarado, crê-se que chamado Hugg).
Fora do recinto, junto do rio e de uma capela, havia muitas tendas montadas e gente a dormir encostada a árvores ou muros e embrulhada em cobertores.
Houve grande confusão junto às portas de entrada.
Havia quatro bilheteiras em funcionamento permanente e muito trânsito.

Toda aquela multidão de famintos, sem recursos para adquirir géneros alimenticios indispensáveis, como se de uma praga de gafanhotos se tratasse, se lançou sobre as hortas próximas colhendo batatas e outros produtos hortícolas, causando assim, grandes contrariedades aos seus proprietários, muitos deles de débeis recursos económicos.

26-8-71"


via amplificasom

sábado, 7 de agosto de 2010

O Billy Corgan sabe-a toda


Não percebo bem o quê, mas há qualquer coisa brutal em miúdas que tocam baixo.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Sunny

Numa entrada ligeiramente mais light, se bem que ensombrecida, tenho de falar desta malha.

Se há música que é sinónimo de soul-jazz é essa pérola do Bobby Hebb! É como o Summertime para o Jazz, mas sem ser chunga nem pimba.


De James Brown a Boney M, de Jamiroquai a Funkalicious, de Joker a Marvin Gaye, toda a gente já tocou uma vez na vida essa música ao vivo.

E o bom do Bobby deixou-nos. Não deixo nehuma versão da música. Não existe nenhuma versão definitiva.

É nossa.

domingo, 1 de agosto de 2010

Orianthi

Há algum tempo que não ficava embasbacado com um teledisco. Estava num café com a televisão na mcm (nível...) e, a meio de uma sucessão de músicas más, surgiu mais uma jovem americana de coração despedaçado. Agora vejam o vídeo abaixo e depois dos 30 segundos podem continuar a ler.



Tapping de unhas roxas e o exercício "virtuoso" obrigatório intercalado com o teen rock enlatado... O que é isto? Quando vi o nome, percebi: Orianthi é a nova menina dos olhos do Steve Vai... Algo de relevante para a história da música? Absolutamente nada. Mas desconcertante quanto baste.

Para um exercício show-off entre mestre e aluna, vejam este outro vídeo.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Under The Influence! #3

Desta vez o desafio é mais complicado um bocado. E não há vídeo, só música. Pontos extra para quem adivinhar, para além da banda que está a ser hmm... referenciada, o álbum em específico que tem este género de sonoridade.