Porque o didgeridoo é um instrumento deveras singular... vai ter lugar um retiro onde ocorrem, entre outras actividades, concertos meditativos, "porpocionando [sic] as potencialidades da harmonia sonora numa envolvência meditativa". Para o precioso programa completo, consultar aqui.
Paz.
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
domingo, 25 de outubro de 2009
Roberrtu Liau
Esta posta é apenas direccionada às pessoas picuinhas com erros ortográficos. Ou seja, qualquer utilizador de fóruns.
Ok, eu sou o Roberto Leal e depois de muitos sucessos resolvi voltar às origens (não o Brasil mas Trás-os-Montes). Reúno músicos de elevada reputação do meio folk nacional, escolho um punhado de músicas tradicionais em português/mirandês e faço um álbum jeitoso. Como contras, a capa é horrível e canto mirandês com sotaque brasileiro (algo que nunca alguém ousou pensar ser possível).
A coisa correu bem e então vou lançar outro álbum. Vou deixar a minha carreira para trás e embarcar num esforço de rebranding. Como prova, o meu próximo álbum vai ter o título em mirandês. Sim, isso é que vai ser! Mas também em português, para mostrar a cena bilingue e a coexistência possível dos dois idiomas e essas coisas que apenas os linguistas (e os críticos musicais) gostam. Assim para ser simbólico vou-lhe chamar Raiç, como quem regressa às raízes. Só é pena não saber como se escreve em português de Portugal (aquele "verde e vermelho") mas quem é que se preocupa mesmo com isso?
Ok, eu sou o Roberto Leal e depois de muitos sucessos resolvi voltar às origens (não o Brasil mas Trás-os-Montes). Reúno músicos de elevada reputação do meio folk nacional, escolho um punhado de músicas tradicionais em português/mirandês e faço um álbum jeitoso. Como contras, a capa é horrível e canto mirandês com sotaque brasileiro (algo que nunca alguém ousou pensar ser possível).
A coisa correu bem e então vou lançar outro álbum. Vou deixar a minha carreira para trás e embarcar num esforço de rebranding. Como prova, o meu próximo álbum vai ter o título em mirandês. Sim, isso é que vai ser! Mas também em português, para mostrar a cena bilingue e a coexistência possível dos dois idiomas e essas coisas que apenas os linguistas (e os críticos musicais) gostam. Assim para ser simbólico vou-lhe chamar Raiç, como quem regressa às raízes. Só é pena não saber como se escreve em português de Portugal (aquele "verde e vermelho") mas quem é que se preocupa mesmo com isso?
Temas:
Folk,
Portuguesa
terça-feira, 20 de outubro de 2009
The 4 ways sound affects us (por Julian Treasure)
Recomendo vivamente a interessante TED Talk em que Julian Treasure disserta acerca do som no nosso quotidiano de uma forma extremamente sintética e directa (pouco mais de 5 minutos).
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
o meu museu do boom do rock português
Para os interessados nos anos do boom do rock (em) português:
http://museuboom.no.sapo.pt
«(...) nos fins de 70, cantar rock era extremamente complicado e, em português, era quase um suicídio. Até que veio o “Chico Fininho” e, com ‘ele’, o chamado “Boom” do Rock Português, arrastando nomes como os Taxi, UHF, Xutos & Pontapés, Jafumega, Heróis do Mar, Salada de Frutas, Lena d’Água, GNR, António Variações, Street Kids, Iodo, CTT e mais umas dezenas largas de músicos, bandas e similares…
É deste fenómeno que o “Meu Museu do Boom do Rock Português” se ocupa; com uma secção permanente onde se expõem LPs com as respectivas fichas, mas também singles. Outras secções temporárias (destaque, extra-boom, recortes, lá fora), um glossário, bibliografia, links, bem como uma história breve do acontecimento, completam o edifício museológico.» (1)
http://museuboom.no.sapo.pt
«(...) nos fins de 70, cantar rock era extremamente complicado e, em português, era quase um suicídio. Até que veio o “Chico Fininho” e, com ‘ele’, o chamado “Boom” do Rock Português, arrastando nomes como os Taxi, UHF, Xutos & Pontapés, Jafumega, Heróis do Mar, Salada de Frutas, Lena d’Água, GNR, António Variações, Street Kids, Iodo, CTT e mais umas dezenas largas de músicos, bandas e similares…
É deste fenómeno que o “Meu Museu do Boom do Rock Português” se ocupa; com uma secção permanente onde se expõem LPs com as respectivas fichas, mas também singles. Outras secções temporárias (destaque, extra-boom, recortes, lá fora), um glossário, bibliografia, links, bem como uma história breve do acontecimento, completam o edifício museológico.» (1)
(dica d'a trompa)
Temas:
Portuguesa,
Rock
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Secura #14
Ouvida agora mesmo (para quem gosta daquelas "piadas" com trocadilhos de nomes).
Sabem o que é que a Mariah Carey?
O que a Alicia Keys.
Sabem o que é que a Mariah Carey?
O que a Alicia Keys.
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
The Reactable Experience
Alguns podem já conhecer - não é recente - esta interface tangível (como lhe chamam) para fazer música. A disposição e manipulação de determinados objectos na dita superfície faz variar o som produzido. Para os interessados nestas modernices, vejam o vídeo abaixo (e outros) ou o site do Reactable.
Temas:
Electrónica,
Instrumentos,
Tecnologia
Desenrasca=Improvisa?
Numa terra em que tudo tem de ser feito "by the book", onde ha protocolos para todo e qualquer procedimento, que sem terem, na sociedade de uma forma geral, a hipotese de "tocar de ouvido" uma vez que seja, porque tudo ja esta (tentam) previsto, simulado e preparado, a capacidade criativa acaba por ser ligeiramente crastada.
E de certeza que as sinapses mais responsaveis pela improvisacao acabam por ser ligeiramente afectadas.
Eu tinha esta sensacao. Mas nao tinha provas.
Ate ontem.
A jam session na UCL foi das coisas mais sensaborosas, musicalmente falando, que ja vi na vida.
Nao 'e que os gajos nao soubessem tocar, que alguns ate sabiam.
Mas a verdade 'e que nao havia solos.
Havia os exercicios previstos nos Jamey Abersold's em cima da harmonia que a banda seguia. Havia a harmonia que a banda seguia, que era aquela que estava escrita no real-book.
Havia os gajos dos sopros (principalmente), que sabiam que "no jazz faz-se tema-solo-solo-tema", por isso 'e preciso fazer alguma coisa entre os chorus do tema, mas de preferencia que nao se ouvisse nem se destacasse o que estavam a fazer.
Mas solos, solos nao havia.
Claro que nao posso tomar esta amostra como sendo estatisticamente significativa (salvo erro o Courtney Pine 'e londrino), mas esta foi uma experiencia muito proxima de "epic fail".
E de certeza que as sinapses mais responsaveis pela improvisacao acabam por ser ligeiramente afectadas.
Eu tinha esta sensacao. Mas nao tinha provas.
Ate ontem.
A jam session na UCL foi das coisas mais sensaborosas, musicalmente falando, que ja vi na vida.
Nao 'e que os gajos nao soubessem tocar, que alguns ate sabiam.
Mas a verdade 'e que nao havia solos.
Havia os exercicios previstos nos Jamey Abersold's em cima da harmonia que a banda seguia. Havia a harmonia que a banda seguia, que era aquela que estava escrita no real-book.
Havia os gajos dos sopros (principalmente), que sabiam que "no jazz faz-se tema-solo-solo-tema", por isso 'e preciso fazer alguma coisa entre os chorus do tema, mas de preferencia que nao se ouvisse nem se destacasse o que estavam a fazer.
Mas solos, solos nao havia.
Claro que nao posso tomar esta amostra como sendo estatisticamente significativa (salvo erro o Courtney Pine 'e londrino), mas esta foi uma experiencia muito proxima de "epic fail".
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Secura roubada (#13)
«O Zé Pedro destaca-se por tocar guitarra. Os braços do Zé Pedro destacam-se pelo picotado.»
(roubada d'o melhor blog do universo)
(roubada d'o melhor blog do universo)
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Humor,
Portuguesa,
Rock
domingo, 11 de outubro de 2009
O rebranding de Roberto Leal
http://www.robertolealmudadenome.com
O que é isto? Parece que o Roberto Leal quer mudar a sua imagem. Eu já tinha ficado surpreendido aquando do lançamento de «Canto da Terra» em 2007. Porque era um disco de música tradicional portuguesa (mais especificamente mirandesa) e porque era bom. O cantor voltou à carga (novamente muito bem acompanhado) com o mais recente «Raiç», já apresentado no cabaret Maxime.
Diz a Blitz:
«"A ideia [é] mudar a marca Roberto Leal, deixando para trás o artista de festas de aldeias e fazer dele um nome a figurar num cartaz do CCB". As palavras são de João Goulão, da agência Cupido, que está a levar a aplicar ao cantor luso-brasileiro uma acção de "rebranding".»
O melhor mesmo é rumarem ao site. Podem ler a justificação do próprio, ver/ouvir as opiniões de Ricardo Carriço, Zé Pedro ou Fátima Lopes (entre outros), e - mais importante que tudo - votar no vosso nome preferido! As hipóteses vão desde a não mudança de nome, ao seu nome real ou à criação de uma banda:
O que é isto? Parece que o Roberto Leal quer mudar a sua imagem. Eu já tinha ficado surpreendido aquando do lançamento de «Canto da Terra» em 2007. Porque era um disco de música tradicional portuguesa (mais especificamente mirandesa) e porque era bom. O cantor voltou à carga (novamente muito bem acompanhado) com o mais recente «Raiç», já apresentado no cabaret Maxime.
Diz a Blitz:
«"A ideia [é] mudar a marca Roberto Leal, deixando para trás o artista de festas de aldeias e fazer dele um nome a figurar num cartaz do CCB". As palavras são de João Goulão, da agência Cupido, que está a levar a aplicar ao cantor luso-brasileiro uma acção de "rebranding".»
O melhor mesmo é rumarem ao site. Podem ler a justificação do próprio, ver/ouvir as opiniões de Ricardo Carriço, Zé Pedro ou Fátima Lopes (entre outros), e - mais importante que tudo - votar no vosso nome preferido! As hipóteses vão desde a não mudança de nome, ao seu nome real ou à criação de uma banda:
- Roberto Leal;
- António Joaquim Fernandes;
- António Leal;
- Leal Tradição;
- Lealdade Lusa.
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