CA FIIIIIXEEEE!!! Os vídeos dizem tudo. Este gajo é o maior!
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
sábado, 29 de agosto de 2009
Roubaram o Ritual
O que era aquela coisa que estava ontem nos Jardins do Palácio de Cristal? Não eram as Noites Ritual Rock, já que o «Rock» já caíu do nome, mas também não eram as Noites Ritual que eu presenciei até ao ano passado. Não pode ser só culpa de ser à borla, que o ano passado já foi e continuava a ser "o" festival portuense, com bandas boas e más, jovens do Porto, o sítio onde se encontravam os amigos. Não era caipirinhas. Não era um stand com carros. Não era famílias com carrinhos de bebé. Não era um sítio onde não se conseguia reconhecer ninguém nem estacionar que não a um quilómetro ou que provocava engarrafamentos descomunais. Não eram trinta milhões de pessoas. A música não mudou mas tudo o resto estava irreconhecível. Sinais dos tempos.
For a Minor Reflection, ou Como Ser Verdadeiramente Indie #2
Ouvir Sigur Rós é indie. Ouvir a banda que abre os concertos deles é verdadeiramente indie. Neste segundo capítulo de aprendizagem da cultura indie post-rock/instrumental, surgem os For a Minor Reflection, quatro rapazes da Islândia que fazem um post-rock muito melodioso, diria quase típico dos países do norte da Europa. Já sabem, os clichés habituais: paisagens escandinavas=músicas muito bonitinhas. Os For a Minor Reflection vão alternando entre instrumentais calmos e sonhadores e minutos de guitarras intensas e distorcidas. A fórmula é a do costume: melodias repetidas durante muitos muitos muitos compassos, variações de intensidade, pianos, fortes.Para ouvir de olhos fechados num dia fresco mas solarengo.
Os For a Minor Reflection têm apenas um álbum, chamado Reistu þig við, sólin er komin á loft. São 6 músicas de 11/12 minutos.
Temas:
Indie,
Instrumental,
Post-Rock
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Quando a cultura tira férias
Não posso comprar bilhetes para o concerto dos Clã porque a bilheteira do Teatro Nacional de São João está fechada e só abre dia 1 de Setembro. Todas as chamadas são redireccionadas para outro serviço.
Por outro lado, amanhã ainda é Agosto e há duas sessões do La Féria(s) no Rivoli. Rivolição?
Tantas férias há-de tirar a cultura que um dia é despedida com justa causa.
Por outro lado, amanhã ainda é Agosto e há duas sessões do La Féria(s) no Rivoli. Rivolição?
Tantas férias há-de tirar a cultura que um dia é despedida com justa causa.
Temas:
Eventos,
Pop,
Portuguesa,
Reflexões
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Eusébio Hoje
E aqui vai um obrigado a «Os Contemporâneos» por nos permitirem rir do aborto que é o Amália Hoje.
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Os Arctic Monkeys vêm ao Porto. Ok.
Foi com grande excitação que o meu irmão mais novo recebeu a notícia da vinda dos Arctic Monkeys ao Coliseu do Porto. O concerto é em Fevereiro e ele vai comprar o bilhete hoje. Disseram-lhe que havia enormes filas na FNAC de Santa Catarina para comprar os ingressos para o primeiro concerto dos ingleses no Porto.Os Arctic Monkeys são, hoje em dia, os Tokyo Hotel de uma camada de jovens alternativo-urbanos. O Alex Turner é o Bill Kaulitz para estes miúdos.
Eu não desgosto do primeiro álbum dos Arctic Monkeys. Havia um hype enorme à volta deles e acabaram por me surpreender pela positiva - não é uma obra prima, mas é aquilo que comentamos com os amigos como sendo um álbum "fixe". Tem boas músicas e bons singles. O segundo não me agradou tanto, e este último não consigo avaliar porque enjoei por causa do meu irmão, mas admito que seja fraquinho (apesar do Homme!). No entanto, ao ver toda este mini-histeria a nível local por causa deles, não consigo deixar de pensar na comparação entre eles e os Tokyo Hotel.
Mais vale tarde que nunca
«Os quatro álbuns gravados pelo Grupo de Acção Cultural (GAC) - Vozes na Luta, nos anos que se seguiram à revolução de Abril de 1974, vão ser editados pela primeira vez em CD, disse à Lusa fonte da editora iPlay.
Os LP «A Cantiga é uma Arma», «Pois, Canté!», «Vira Bom» e «Ronda da Alegria», editados entre 1974 e 1977, foram remasterizados e serão editados pela primeira vez em CD entre Outubro e Novembro, referiu a editora.
Os registos são já um documento histórico de uma época em que a música estava ao serviço da intervenção cívica e política, próxima da UDP, nos anos quentes que sucederam à revolução de Abril.»
in vejambem
Curioso como ainda conseguimos andar a fazer primeiras edições de CD's quando o formato já começa a parecer antiquado. De qualquer forma, mais vale tarde que nunca.
Temas:
Albuns,
Lançamentos,
Política,
Portuguesa
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