Them Crooked Vultures - Dead End Friends
Warsaw part1
Warsaw part2
New Fang
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Secura #6
O José Cid só não chegou mais longe na EuroVisão por ser zarolho.
Sugestão de escuta relacionada: José Cid - Um grande, grande amor
Sugestão de escuta relacionada: José Cid - Um grande, grande amor
Temas:
Humor,
Portuguesa
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
These Are My Twisted Words
Muito se especulou nos últimos dias acerca do leak de uma música nova dos Radiohead, juntamente com as declarações do "não vamos gravar mais álbuns" e "estamos a tentar perceber como distribuir a nossa música". Uma comunicação oficial surgiu finalmente, com a disponibilização gratuita do novo tema.
«So here's a new song, called 'These Are My Twisted Words'.
We've been recording for a while, and this was one of the first we finished.
We're pretty proud of it.
There's other stuff in various states of completion, but this is one we've been practicing, and which we'll probably play at this summer's concerts. Hope you like it.
Download the audio here or torrent here.»
O material descarregado inclui o ficheiro MP3, um txt com os créditos, uma imagem de "capa" e um pdf com 14 páginas de artwork. Para quê descrever a música se a podem ouvir gratuitamente e legalmente?
«So here's a new song, called 'These Are My Twisted Words'.
We've been recording for a while, and this was one of the first we finished.
We're pretty proud of it.
There's other stuff in various states of completion, but this is one we've been practicing, and which we'll probably play at this summer's concerts. Hope you like it.
Download the audio here or torrent here.»
O material descarregado inclui o ficheiro MP3, um txt com os créditos, uma imagem de "capa" e um pdf com 14 páginas de artwork. Para quê descrever a música se a podem ouvir gratuitamente e legalmente?
Temas:
Downloads,
Lançamentos,
Rock
Nudez #3
Para mais silly season, José Cid em entrevista ao JN:
«A Playboy é leitura de praia?
O próximo número é porque venho lá eu numa grande entrevista. Perguntaram-me se aceitava posar nu para eles. Disse que sim. Perguntaram-me o cachê. Disse: 500 mil euros. Pedir não custa, não é?»
Sugestão de escuta relacionada: José Cid - Como o Macaco Gosta de Banana
«A Playboy é leitura de praia?
O próximo número é porque venho lá eu numa grande entrevista. Perguntaram-me se aceitava posar nu para eles. Disse que sim. Perguntaram-me o cachê. Disse: 500 mil euros. Pedir não custa, não é?»
Sugestão de escuta relacionada: José Cid - Como o Macaco Gosta de Banana
Temas:
Humor,
Portuguesa
Moonleite sonata
O título deste post é particularmente infeliz, tendo competido pela escolha com outras ideias geniais como «B(eeth)ovino» ou «mu mu mu muuu! (ou a 5ª sinfonia cantada por vacas)». Felizmente, o Ludwig não nos pode ouvir. Ha!
Porque a silly season não discrimina ninguém, diz-nos o DN:
«Produtor estimula vacas com Beethoven
(...) O proprietário de uma exploração leiteira de Portalegre vai começar nos próximos dias a dar música a… 400 vacas. A ideia é "aliviar" o stress dos animais, garantir uma produção dentro de parâmetros elevados e criar um "bom ambiente" em toda a exploração.
"Gosto da música de Beethoven e é essa que se vai ouvir", explica José Ventura Nunes ao DN, esperançado em que o investimento de 1500 euros comece rapidamente a ser compensado com uma produção mais elevada.
(...)
"Para uma pessoa Beethoven pode ser relaxante e para outra pode ser irritante. No caso dos animais, temos de recorrer a verdades mais universais. Hoje já sabemos dizer, em termos muito gerais, que uma música relaxante tem poucas alterações, um ritmo pouco marcado, poucas mudanças de tonalidade, sem grande intensidade de instrumentos", explica Teresa Leite, considerando que não "é nada escandaloso" que a música ajude as vacas a ficarem "menos stressadas e, consequentemente, a produzirem mais leite".»
Sugestão de escuta relacionada: Captain Beefheart & His Magic Band - Safe as Milk
Porque a silly season não discrimina ninguém, diz-nos o DN:
«Produtor estimula vacas com Beethoven
(...) O proprietário de uma exploração leiteira de Portalegre vai começar nos próximos dias a dar música a… 400 vacas. A ideia é "aliviar" o stress dos animais, garantir uma produção dentro de parâmetros elevados e criar um "bom ambiente" em toda a exploração.
"Gosto da música de Beethoven e é essa que se vai ouvir", explica José Ventura Nunes ao DN, esperançado em que o investimento de 1500 euros comece rapidamente a ser compensado com uma produção mais elevada.
(...)
"Para uma pessoa Beethoven pode ser relaxante e para outra pode ser irritante. No caso dos animais, temos de recorrer a verdades mais universais. Hoje já sabemos dizer, em termos muito gerais, que uma música relaxante tem poucas alterações, um ritmo pouco marcado, poucas mudanças de tonalidade, sem grande intensidade de instrumentos", explica Teresa Leite, considerando que não "é nada escandaloso" que a música ajude as vacas a ficarem "menos stressadas e, consequentemente, a produzirem mais leite".»
Sugestão de escuta relacionada: Captain Beefheart & His Magic Band - Safe as Milk
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Obituário: Les Paul
Guitarrista, inventor de efeitos, designer de uma das guitarras mais famosas de sempre. Enquanto houver rock o seu nome não vai ser esquecido.
Temas:
Equipamento,
Guitarra,
Obituário,
Rock
terça-feira, 11 de agosto de 2009
The Tide is Turning
Segundo o Público, os Radiohead afirmaram que não voltarão a gravar álbuns.
Não por causa duma nova visão formal ou de formato. Não porque as capacidades do álbum se tenham esgotado. Mas porque dá muito trabalho.
E também porque no mundo de hoje a lógica de distribuição da música (e de quase tudo) é bastante diferente. É preciso pôr tudo em todo o lado, mais rápido, de forma mais acessível e mais prática.
Karl Marx solta uma gotinha de sémen póstumo: é a arte a seguir a economia, as forças e relações de produção.
Interessante. Não há nada de mal nisso.
No mesmo artigo, Thom diz que estão a pensar escrever canções para orquestra. Giro.
Não por causa duma nova visão formal ou de formato. Não porque as capacidades do álbum se tenham esgotado. Mas porque dá muito trabalho.
E também porque no mundo de hoje a lógica de distribuição da música (e de quase tudo) é bastante diferente. É preciso pôr tudo em todo o lado, mais rápido, de forma mais acessível e mais prática.
Karl Marx solta uma gotinha de sémen póstumo: é a arte a seguir a economia, as forças e relações de produção.
Interessante. Não há nada de mal nisso.
No mesmo artigo, Thom diz que estão a pensar escrever canções para orquestra. Giro.
A resistência dos ursinhos de pelúcia
Começa a ser habitual a contestação aos singles de avanço dos Muse - relembro o o-que-é-que-é-isto que a Supermassive Black Hole provocou - e este próximo álbum não está a ser excepção. O primeiro avanço (United States of Eurasia) foi criticado por ter detalhes a mais e ser influenciado por Queen (que também estavam habituados a esta crítica). Pois é inegável a influência mas gostei do resultado final (excluindo o apêndice Collateral Damage): está apoteótico como algumas músicas do «Absolution» e do «Black Holes and Revelations».
Também gostei do recente avanço - Uprising - que veio eliminar os meus receios que o álbum fosse uniformizado à volta da sonoridade orquestral da United States of Eurasia, apresentando um som mais despido, assente em fórmulas simples e ritmadas.
O artwork já divulgado:
Também gostei do recente avanço - Uprising - que veio eliminar os meus receios que o álbum fosse uniformizado à volta da sonoridade orquestral da United States of Eurasia, apresentando um som mais despido, assente em fórmulas simples e ritmadas.
O artwork já divulgado:
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