«In the following video, experimental media artist Daito Manabe hooked up 4 friends to what he calls a “Face Visualizer”, and sent music, transformed into electrical impulses, right into their facial muscles. The result is what we can describe as a funny, yet disturbing, facial dance.»
quinta-feira, 19 de março de 2009
De cara à banda
Vindo do Geeks are Sexy:
«In the following video, experimental media artist Daito Manabe hooked up 4 friends to what he calls a “Face Visualizer”, and sent music, transformed into electrical impulses, right into their facial muscles. The result is what we can describe as a funny, yet disturbing, facial dance.»
«In the following video, experimental media artist Daito Manabe hooked up 4 friends to what he calls a “Face Visualizer”, and sent music, transformed into electrical impulses, right into their facial muscles. The result is what we can describe as a funny, yet disturbing, facial dance.»
Temas:
Electrónica,
Vídeos
Rise & Fall
Até o melhor artista vai da ascensão à queda num instante. O pior também. O vocalista dos Squeeze Theeze Pleeze também.
Temas:
Humor,
Portuguesa,
TV,
Vídeos
segunda-feira, 16 de março de 2009
domingo, 15 de março de 2009
Bricolage 101: Construir Uma Pickup de Guitarra
Um dos meus maiores medos (e aposto que é partilhado por muitos músicos) é ficar preso num loop temporal cuja única forma de me libertar é atirar-me directamente para a idade média.
Imaginem-se a tentarem ganhar a vossa vidinha como músicos itinerantes e terem de lidar com constantes problemas acústicos num mundo que ainda não descobriu as pickups!
É precisamente para colmatar este meu medo bem real e fundamentado que decidi decorar todas as linhas deste artigo. Se fosse a vocês, caros amigos músicos, fazia o mesmo.
Próximas Edições: Como construir um gerador de corrente alternada de 220V em 10 simples passos.
Imaginem-se a tentarem ganhar a vossa vidinha como músicos itinerantes e terem de lidar com constantes problemas acústicos num mundo que ainda não descobriu as pickups!
É precisamente para colmatar este meu medo bem real e fundamentado que decidi decorar todas as linhas deste artigo. Se fosse a vocês, caros amigos músicos, fazia o mesmo.
Próximas Edições: Como construir um gerador de corrente alternada de 220V em 10 simples passos.
Temas:
Didáctico,
Equipamento,
Geek,
Guitarra,
Tecnologia
sábado, 14 de março de 2009
Australian Pink Floyd @ Coliseu dos Recreios 13.3.09

Os Australian Pink Floyd são, pasmem-se, uma banda de tributo aos Pink Floyd. Não tocam originais, vivem da aproximação ao som e à experiência de concerto duma outra banda, que tinha um grupo bem diferente - e irrepetível (em várias dimensões) - de pessoas. Logo, o seu valor artístico é nulo, certo? Gostava de convidar todos os que ousaram em algum momento pensar que sim a assistir ao solo final da Comfortably Numb tocado por estes senhores (na verdade, tocado por Damian Darlington). Um aviso: levem roupa interior justinha, se não têm que recolher os testículos junto do chão.
Pondo de lado a retórica - a discussão sobre o valor artístico - tenho-vos a dizer que este concerto, acima de tudo, soube muito bem. Diziam-me à saída que se fechássemos os olhos por uns instantes acreditávamos estar na presença dos verdadeiros Pink Floyd, mas eu nem vou por aí. A música é uma aposta certa, seria difícil fazer com que não resultasse, mas apesar disso as interpretações foram verdadeiramente notáveis, vindas de quem vive e respira PF há muitos anos, com muitas horas de treino e estudo em cima, nunca deixando de ter (embora por vezes só implicitamente) um forte cunho pessoal.
Ainda para mais, o set list foi bastante peculiar...
Parte I: The Wall, cd 1
Parte II: The Wall, cd 2
Encore: Brain Damage e Eclipse (final Dark Side of the Moon)
... e merece alguns comentários:
i) mais importante que tudo o resto, estes dois conjuntos (The Wall e final do DSOTM) são um campo em aberto, no sentido em que são bastante susceptíveis de interpretações (falo agora apenas conceptualmente) e os aspectos apontados pelos Aussie PF - a nível cénico - foram extremamente interessantes e reveladores, funcionaram como a cereja no topo do bolo (o bolo obviamente era a música e a interpretação artística);
ii) infelizmente, não me parece que o Coliseu dos Recreios fosse o sítio certo para um espectáculo daqueles. O palco pareceu mesmo demasiado pequeno, e alguns aspectos prometidos - por exemplo os insufláveis (não bonecas) - tiveram que ficar de fora;
iii) em último lugar, uma semi-crítica: saímos do concerto com vontade de mais (sinal de que foi bastante bom), porque não foram tocados alguns temas incontornáveis (Time, Money, Shine on, etc), clássicos absolutos que vivem para lá do nosso gosto pessoal.
All in all, superou imenso as minhas expectativas, até porque eu sou dos tais que diz(ia) que PF é para os PF, apesar do que diz o David Gilmour, que reconheceu pessoalmente o valor dos Aussie em várias ocasiões. Mesmo que eles não sejam os PF, é uma alegria ver música tão bem tocada e fazer parte dum evento de celebração, de festejo musical deste calibre.
Oscar
Pondo de lado a retórica - a discussão sobre o valor artístico - tenho-vos a dizer que este concerto, acima de tudo, soube muito bem. Diziam-me à saída que se fechássemos os olhos por uns instantes acreditávamos estar na presença dos verdadeiros Pink Floyd, mas eu nem vou por aí. A música é uma aposta certa, seria difícil fazer com que não resultasse, mas apesar disso as interpretações foram verdadeiramente notáveis, vindas de quem vive e respira PF há muitos anos, com muitas horas de treino e estudo em cima, nunca deixando de ter (embora por vezes só implicitamente) um forte cunho pessoal.
Ainda para mais, o set list foi bastante peculiar...
Parte I: The Wall, cd 1
Parte II: The Wall, cd 2
Encore: Brain Damage e Eclipse (final Dark Side of the Moon)
... e merece alguns comentários:
i) mais importante que tudo o resto, estes dois conjuntos (The Wall e final do DSOTM) são um campo em aberto, no sentido em que são bastante susceptíveis de interpretações (falo agora apenas conceptualmente) e os aspectos apontados pelos Aussie PF - a nível cénico - foram extremamente interessantes e reveladores, funcionaram como a cereja no topo do bolo (o bolo obviamente era a música e a interpretação artística);
ii) infelizmente, não me parece que o Coliseu dos Recreios fosse o sítio certo para um espectáculo daqueles. O palco pareceu mesmo demasiado pequeno, e alguns aspectos prometidos - por exemplo os insufláveis (não bonecas) - tiveram que ficar de fora;
iii) em último lugar, uma semi-crítica: saímos do concerto com vontade de mais (sinal de que foi bastante bom), porque não foram tocados alguns temas incontornáveis (Time, Money, Shine on, etc), clássicos absolutos que vivem para lá do nosso gosto pessoal.
All in all, superou imenso as minhas expectativas, até porque eu sou dos tais que diz(ia) que PF é para os PF, apesar do que diz o David Gilmour, que reconheceu pessoalmente o valor dos Aussie em várias ocasiões. Mesmo que eles não sejam os PF, é uma alegria ver música tão bem tocada e fazer parte dum evento de celebração, de festejo musical deste calibre.
Oscar
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Eventos,
Progressivo
Rodrigo Leão @ Águeda
Foi um óptimo concerto. Ouviram-se muitas músicas do álbum que aí vem, e que bom que vai ser. O Rodrigo Leão tem o condão de... melhor, tem dois. Um é o de nos esquecermos dele quando estamos a ver o concerto, tal é o altruísmo do compositor versus o intérprete, ficando o brilho para o violino, o acordeão, o violoncelo ou a voz. O outro é o de continuar a descobrir óptimos músicos que poucos conhecem (como fez com Teresa Salgueiro). Que bela e versátil voz nos trouxe Ana Vieira, ou o violino de Viviena Toupikova ou o acordeão da Celina da Piedade. Sublime.
Temas:
Eventos,
Portuguesa
quinta-feira, 12 de março de 2009
Demasiado experimental
Como assim?
«(...) A editora dos Klaxons obrigou a banda britânica a regravar partes do segundo álbum de originais. O sucessor de Myths of the Near Future, vencedor do Mercury Prize em 2007, estava demasiado experimental.
A banda tem agora quatro semanas para regravar e apresentar um álbum mais pop, disse ao jornal The Sun Jamie Reynolds, elemento da banda. O registo deverá sair para as lojas esta Primavera.
"Foi-nos pedido que regravássemos parte do álbum porque fizemos um disco denso e psicadélico. Fizemos um disco mesmo muito pesado e isso não é o melhor para nós - eu percebo isso. Antes de mais, somos uma banda pop. Não pensei nisso durante muito tempo e agora está bem presente na minha cabeça", disse Reynolds. (...)»
«(...) A editora dos Klaxons obrigou a banda britânica a regravar partes do segundo álbum de originais. O sucessor de Myths of the Near Future, vencedor do Mercury Prize em 2007, estava demasiado experimental.
A banda tem agora quatro semanas para regravar e apresentar um álbum mais pop, disse ao jornal The Sun Jamie Reynolds, elemento da banda. O registo deverá sair para as lojas esta Primavera.
"Foi-nos pedido que regravássemos parte do álbum porque fizemos um disco denso e psicadélico. Fizemos um disco mesmo muito pesado e isso não é o melhor para nós - eu percebo isso. Antes de mais, somos uma banda pop. Não pensei nisso durante muito tempo e agora está bem presente na minha cabeça", disse Reynolds. (...)»
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Mashups 2
E se alguém fosse ao youtube, juntasse uns vídeos de diversos utilizadores diferentes e fizesse umas mashups com isso? Tinhamos o melhor site de todas as internets!!!
Mother of All Funk Chords
Mother of All Funk Chords
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