Acho que deve ser mais ou menos isto:
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
A cidade dos que partem
Uma tragicomédia cantada? Digamos que aqui o riso, quando morde, morde-nos a todos. O desencanto também.É apanhá-los antes que partam definitivamente. É já daqui a dois dias (dia 28) a última exibição d'A cidade dos que partem no Teatro Carlos Alberto. Eu vi e gostei. Tem música sem ser um musical, faz rir sem ser uma brincadeira, faz pensar sem ser introspectiva. Boas interpretações dos actores (e cantores e instrumentistas) do Teatro da Palmilha Dentada num espectáculo com músicas originais de Alfredo Teixeira, Carlos Adolfo, Hélder Gonçalves, João Lóio, Manel Cruz, Rodrigo Santos, Rui Lima e Sérgio Martins. Entre as várias faces de uma cidade - seja o Porto ou outra qualquer -, de quem chega a quem parte, incluindo as aventuras & desventuras de uma banda de garagem, há motivos de sobra para ir ver. Mais informações aqui.
PS: A banda sonora esta à venda em CD à saída. Interessante.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Mainstreamómetro
Já não é novo mas fica aqui na mesma. O mainstream-o-meter permite aos utilizadores do last.fm saberem até que ponto os seus gostos são underground. Se bem que, vindo dum site que já é genericamente habitado por malta assim pro indie, é questionável (ou então não, que diz que o indie agora é mainstream).
Temas:
Tecnologia
NIN: Ghosts I - IV
Está disponível para visualização e download o artwork do trabalho Ghosts I-IV dos Nine Inch Nails de Trent Reznor.
Temas:
Artwork,
Downloads,
Electrónica,
Fotografia
sábado, 21 de fevereiro de 2009
Sósias #3
Descubram lá quem é quem:

#1 Ultra-Hiper-Mega-Trve Varg Vikernes, estrela do movimento dark-black-folk-norse-trve-neo-pagan-neo-nazi-death-gore-hate-and-destruction-metal

#2 António Variações, cabeleireiro.

#1 Ultra-Hiper-Mega-Trve Varg Vikernes, estrela do movimento dark-black-folk-norse-trve-neo-pagan-neo-nazi-death-gore-hate-and-destruction-metal

#2 António Variações, cabeleireiro.
Temas:
Humor,
Metal,
Portuguesa
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Foge Foge Bandido @ Festival para Gente Sentada
Aqui vai uma crítica rápida ao concerto que Manel Cruz deu no passado dia 14 em Santa Maria da Feira. Antes tocou uma espanhola (Russian Red) que soa como as congéneres de estilo musical, qualquer que seja o país, e depois o Josh Rouse, que não vi (oh que pena).
Manel Cruz actuou em trio, ocupando a posição central do palco - entre guitarras acústicas, percussão, teclado e parafernália vária - e ladeado por baixo e teclados/kazoo/glockenspiel/etc. A falta de uma bateria e de um teclista dedicado levou o concerto para terrenos que não são os meus preferidos do álbum lançado. Postas de parte músicas mais longas e arranjadas, como «Borboleta» ou as que já conhecemos dos Supernada, e reduzidas outras, acabámos por ser prendados com os temas mais curtos e intimistas do álbum. O concerto foi construído com um claro fio condutor e para ser assimilado como uma performance única.
Foi um bom concerto vindo duma máquina por vezes nervosa e pouco oleada, prejudicada por algumas falhas do equipamento. Nada, no entanto, que não seja normal para uma primeira actuação de um trabalho tão sui generis como o do Foge Foge Bandido. As músicas agradaram muito os presentes (eu gostei), e espera-se o crescimento e evolução da coisa. Assim indica a entrevista saída no JN de hoje, em que se refere que o tempo do FFB como trio está a terminar para dar lugar a uma banda de 5/6 elementos. A ver vamos.
PS: A entrevista que referi está disponível na íntegra no site do JN e traz revelações e opiniões interessantes, no que toca a vidas passadas, ideias presente e concertos futuros (em Braga e Arcos de Valdevez).
Manel Cruz actuou em trio, ocupando a posição central do palco - entre guitarras acústicas, percussão, teclado e parafernália vária - e ladeado por baixo e teclados/kazoo/glockenspiel/etc. A falta de uma bateria e de um teclista dedicado levou o concerto para terrenos que não são os meus preferidos do álbum lançado. Postas de parte músicas mais longas e arranjadas, como «Borboleta» ou as que já conhecemos dos Supernada, e reduzidas outras, acabámos por ser prendados com os temas mais curtos e intimistas do álbum. O concerto foi construído com um claro fio condutor e para ser assimilado como uma performance única.
Foi um bom concerto vindo duma máquina por vezes nervosa e pouco oleada, prejudicada por algumas falhas do equipamento. Nada, no entanto, que não seja normal para uma primeira actuação de um trabalho tão sui generis como o do Foge Foge Bandido. As músicas agradaram muito os presentes (eu gostei), e espera-se o crescimento e evolução da coisa. Assim indica a entrevista saída no JN de hoje, em que se refere que o tempo do FFB como trio está a terminar para dar lugar a uma banda de 5/6 elementos. A ver vamos.
PS: A entrevista que referi está disponível na íntegra no site do JN e traz revelações e opiniões interessantes, no que toca a vidas passadas, ideias presente e concertos futuros (em Braga e Arcos de Valdevez).
Temas:
Entrevistas,
Eventos,
Portuguesa
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Da Garagem V
Cá vem mais um fascículo, este com os meus preferidos do Porto: os Sr. Acaso (myspace). Estes senhores doutores já cá andam a mostrar o seu pop-rock desde 2005. Bons temas em português, enérgicos mas com preocupações e sustentação melódica. Aos habituais guitarra, baixo e bateria, junta-se o importante teclado e a pontual trompete.
A sua primeira maquete está disponível aqui. A mais recente mostrou-nos uma banda mais madura, com cinco composições estáveis e de qualidade, sem perder a garra (nas doses certas). É fazer download e ouvir. E venham concertos.
A sua primeira maquete está disponível aqui. A mais recente mostrou-nos uma banda mais madura, com cinco composições estáveis e de qualidade, sem perder a garra (nas doses certas). É fazer download e ouvir. E venham concertos.
Temas:
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