quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Dez curiosidades floydianas

«1: The most famous roadie ever?
In 1967, Pink Floyd began employing roadie Pete Watts, who rose through the ranks to become their chief sound engineer. Watts can also be heard laughing between tracks on the band’s Dark Side Of The Moon album. He died in 1976. His daughter Naomi accompanied the group on tour as a child, and went on to become a successful model and actress, starring in the movies, 21 Grams and Mulholland Drive.»

Mais em 10 things you probably didn't know about Pink Floyd, a partir do livro «Pigs might fly, the inside story of Pink Floyd» de Mark Blake.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Novo festival?

Será um substituto para o Super Bock Super Rock? Será uma reformulação? Será um novo festival? Não sei, mas promete!

«É já na próxima Terça-feira, 4 de Novembro, que é anunciado, em conferência de imprensa, aquele que é descrito como "o mais inovador evento musical dos últimos anos em Portugal".

Em comunicado, a Música no Coração e a Super Bock garantem que, ao longo de duas noites, os espectadores do evento, ainda por baptizar, irão poder ver "mais de 20 dos mais estimulantes e refrescantes projectos musicais nacionais e internacionais da actualidade".»

in
Blitz

terça-feira, 28 de outubro de 2008

There Will be Blood [2007] OST

Há filmes que nos surpreendem pela positiva. Giro, giro, é quando a surpresa não é o filme em si.

Desde o início de There Will be Blood a minha atenção centrou-se na banda sonora, apesar da sua profunda ligação e complementaridade com a parte visual, e fiquei absolutamente abismado ao vê-la crescer e adensar ao longo do filme, ao ponto de nas melhores cenas (com algumas excepções, a utilização da música não se faz sempre nos mesmos moldes - e ainda bem) dominar por completo a acção.
Quando o filme acabou corri a informar-me sobre a banda sonora, que julguei ser uma compilação, sobretudo por causa da diversidade estilística e técnica - temos desde (perdoem-me os palavrões, eu próprio não gosto de os usar) uma escrita minimal a pós-moderna, para orquestra completa e para quarteto de cordas, com alguns salpicos de electrónica. Acontece que o seu autor (da grande maioria, pelo menos) é o nosso amigo Jonny Greenwood, mais conhecido como guitarrista dos Radiohead, que me parecem cada vez mais um poço sem fundo em termos criativos. Jonny já nao tinha nada para me provar quanto à sua qualidade, mas ouvir tão boa música e bem diferente do que estava habituado representou ainda assim uma enorme surpresa!

Estamos a falar de Música Contemporânea de primeiríssima água, como pouca tenho ouvido vinda de compositores dum meio mais erudito/académico. E podem fazer-lhe festinhas que não morde.

Ah, e o filme era bonzito.

Cansei desta gente

As (os) CSS tocam por estas altura na nossa terra.

Algo que me acita a curiosidade é saber a receptividade do público. Depois do que aconteceu há um par de meses, em que, sendo cabeças de cartaz (e anunciadas como tal) no Alive '08, cancelaram o dito concerto de véspera. Porquê? Porque tinham compromissos publicitários. É... não sei porquê não me pareceu bem jogado.

Já dei anteriormente a minha opinião sobre isso; a questão é que toda a curiosidade que ainda subsistisse se esvaiu no momento em que a guitarrista, em entrevista ao jornal metro (li hoje de manhã no dito cujo, mas online a notícia só está disponível no site da blitz) assumiu que cada concerto é contido, porque "Não podemos queimar toda a energia, porque senão não se consegue aguentar uma tournée".

Basicamente são meninos que cheiram a leitinho, que avisam à partida que não vão deixar a pele em palco, para não se cansarem muito. Por mim tudo bem. Eu também ando meio cansado, por isso fico em casa também.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Porcupine Tree @ Porto

No passado dia 8 assisti ao concerto dos proggers Porcupine Tree no Teatro Sá da Bandeira. A abrir estavam os Pure Reason Revolution, britânicos com um pop/rock com laivos progressivos a beber tanto em Porcupine Tree como em sonoridades mais indie. Este cruzamento, que nem resulta mal em disco, foi extremamente maçador no concerto. Porquê? Porque os Pure Reason Revolution são uma daquelas bandas que quando descobre um recurso interessante a usar na sua música faz questão de o destruir ao usá-lo em todas as suas composições! Neste caso, o interessante colar da voz da vocalista/baixista e do vocalista/guitarrista deixa de o ser ao fim de meia hora de repetição. Se juntarmos a isso uma equalização deficiente e o uso de muitas partes gravadas temos um concerto com alguns bons momentos mas com um tom genericamente mortiço.

Expulsado do meu lugar sentado pelos seguranças do Sá da Bandeira, que entre as duas bandas se lembraram que queriam ter fechado o balcão mas se tinham esquecido, rumei para junto da plateia lotada de fãs à espera da banda da noite. E lá chegou Steven Wilson e companhia, para mais de 2 hora de música e 2 encores, com um alinhamento centrado sobretudo nos últimos três álbuns. Foi um bom concerto, com um desempenho extremamente competente e profissional dos músicos. As músicas do último álbum - «Fear of a Blank Planet», que deve ter sido tocado na íntegra, foram acompanhadas da projecção de vídeos, ajudando à performance.
Não foi um concerto excelente. Sofreu, na minha opinião, por ter recorrido a poucas músicas mais antigas, acabando por andar sempre à volta das mesmas sonoridades, dada a uniformidade entre os três últimos álbuns. Sofreu também pelo constante alternar entre uma música mais pesada - uma balada - uma música mais pesada - uma balada - etc. Concluindo: o concerto teve alguns momentos muito bons, pautando-se no entanto por uma constância que, apesar de ser de elevada qualidade, me deixou a ansiar por algo mais.

Outonalidades'08

Mais um ano, mais uma edição do Outonalidades, o maior circuito português de música ao vivo. A decorrer desde dia 10 de Outubro e seguindo até ao dia 20 de Dezembro, de Tavira a Ferrol (na Galiza) com muita muita música (portuguesa e galega)!

Cliquem no cartaz ou vejam, para mais informações, o folheto electrónico, a lista de bandas e espaços ou o cartaz completo.

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Box da Motown

Uma boa notícia para os amantes da Motown:

«Motown will celebrate its 50th anniversary with a mammoth boxed set, "Motown: The Complete No. 1's," due Dec. 9. The 10-disc package features 191 songs, all of which have topped a chart in the United States or internationally.
Naturally, Stevie Wonder, the Supremes, Marvin Gaye, Tammi Terrell, the Four Tops, Martha & the Vandellas, Mary Wells, the Temptations and Gladys Knight & the Pips are represented throughout "The Complete No. 1s.»

Alinhamento completo aqui.

Um Mundo Catita

Finalmente!! Alguém comprou os direitos de transmissão da muito aguardada (por mim) série «Um Mundo Catita»! Salva-nos sempre a RTP2 do desinteresse generalizado das estações de televisão pela produção independente. Para quem não conhece, é uma mini-série de 6 episódios, uma «viagem ao imaginário de Manuel João Vieira, em que os sonhos se misturam com uma cinzenta realidade, e onde seguimos o protagonista numa sucessão de aventuras e desventuras» e com muita música à mistura. Vejam o trailer no site oficial. Promete! Estreia domingo, dia 23, às 23:40 (making of no dia 16).


as minhas coisas favoritas (belo!)

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Partilhar a Fúria

Os Muse partilham com os fãs uma música rara (Fury) gravada no Royal Albert Hall num concerto para o Teenage Cancer Trust.

Para fazerem o download gratuito do vídeo da actuação, é só dirigirem-se à secção de downloads do site da banda.

terça-feira, 21 de outubro de 2008

3 milhões de «In Rainbows»

«In Rainbows , o mais recente álbum dos Radiohead, vendeu 3 milhões de exemplares até à data. A banda revelou finalmente os números relativos às vendas do álbum, aproximadamente um ano depois de ser disponibilizado.
Os 3 milhões incluem os downloads no site oficial, cópias em CD, uma caixa de luxo com dois discos em vinil (que terá vendido 100 mil cópias) e vendas através de lojas digitais, como o iTunes.
Recorde-se que In Rainbows foi disponibilizado pelo preço que o comprador quisesse pagar no site oficial dos Radiohead e só depois começou a ser vendido nas lojas (físicas e digitais).
O registo subiu ao primeiro lugar das tabelas norte-americana e britânica quando saiu em CD e antes já tinha rendido à banda mais dinheiro que o relativo ao total de vendas do antecessor Hail to the Thief

in Blitz