quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Chama Perpétua

Ei malta, é só para informar quem não sabe que saiu o novo álbum do nosso shredder favorito (depois do Fred Durst), o Yngwie Malmsteen.

O que é que isso interessa? - perguntam vocês, enquanto se escondem num bunker anti-nuclear?

Nada! - respondo eu - Vou só deixar isto aqui:

capa mai linda!

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Steal This Comic

I spent more time trying to get an audible.com audio book playing than it took to listen to the book. I have lost every other piece of DRM-locked music I have paid for.

xkcd - A webcomic of romance, sarcasm, math, and language.

R.I.P. Anselmo


Seis anos depois e com muitos concertos na bagagem, chegou ao fim o Ensemble de Guitarras do Conservatório do Porto, numa decisão controversa por parte da direcção. Apesar de toda a frustração, vamos tentar concentrar-nos em continuar a dar o nosso melhor. Aguardem novidades, companheiros anselmonianos.

Da minha parte obrigado a todos que participaram, assistiram ou simpatizaram com o projecto. E sobretudo, obrigado ao Maestro (!) Paulo Peres, pela paciência inesgotável.

Oscar

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

A condenação de Beethoven

Só mesmo nos states...

«Andrew Vactor, fã de hip-hop norte-americano levado a tribunal por ouvir música demasiado alto no seu automóvel, foi condenado por uma juíza do tribunal de Illinois a pagar uma multa de 150 dólares (aproximadamente 110 euros), mas poderia ter pago consideravelmente menos (26 euros) se tivesse aguentado 20 horas a ouvir Beethoven.
Segundo notícia da Associated Press, Vactor acedeu rapidamente à proposta, mas só conseguiu aguentar 15 minutos de música clássica. "Não consegui aguentar aquilo. Decidi pagar a multa".
A juiza disse que queria que Vactor percebesse o quão difícil é ouvir música de que não se gosta: "Penso que muita gente não gosta de ser forçada a ouvir música", mas acreditava que esta experiência o fizesse "abrir horizontes".»

in Blitz

História do rock português em 39 imagens


«A exposição Espelho meu: História do rock português em 39 imagens, dos artistas plásticos Sardine & Tobleroni inaugura esta Sexta-feira, 10 de Outubro, na galeria do Plano B, no Porto.
(...) as 39 imagens pintadas a quatro mãos por Sardine, nome artístico do músico português Victor Silveira, (...) e Tobleroni, pseudónimo do suíço Jay Reishner, sobe ao norte com o elogio a figuras do rock português como António Variações [na imagem], os GNR, o radialista António Sérgio ou o fotógrafo Cameraman Metálico.
(...) A exposição estará patente até 1 de Novembro

in Blitz

ver cartaz

domingo, 12 de outubro de 2008

Carl Orff a dar voltas no túmulo


Carmina Burana, de Carl Orff, dia 10 de Outubro de 2008 no Coliseu do Porto


Já há muitos anos que queria ver ao vivo uma interpretação da célebre cantata cénica de Carl Orff. Ainda não foi desta.
Apesar de tudo se parecer encaminhar nesse sentido: antes de comprar os bilhetes li boas reviews, consultei o site da companhia (Ballet Flamenco de Madrid), muita publicidade. Uma suposta inovação na interpretação no bailado. Bom...
Antes de começar o espectáculo (com um belo atraso, parece que muita malta fina demorou a encontrar os vestidos enterrados no baú) ouvimos uns senhores atrás de nós comentarem: "nós nem gostamos disto, só viemos porque ele (o filho) tem que começar a ver coisas destas", e comecei a ficar preocupado. Desligam-se as luzes, continuam a ouvir-se telemóveis, ruído, pessoal a falar, cadeiras a ranger. Não estava a correr bem. Pior correu quando o primeiro acorde de "O Fortuna" soou num volume absurdo e com um timbre de plástico: estávamos a ouvir um CD! Parece que afinal quando se compra um bilhete para a Carmina Burana no Coliseu do Porto não se pode esperar ir ouvir música ao vivo...
Apesar do início atribulado, lá nos convencemos a tirar o máximo partido da experiência. De certeza que eles iam compensar com a qualidade do bailado, que outra justificação haveria para não se levar músicos? Acontece que os músicos não fariam o que ouvimos de seguida: um CD riscado que no fim de "Fortune Plango Vulnera" - o segundo momento da obra - saltou uma faixa para trás, e com a diferença de intensidade fez a coluna dar um estalo brutal. De resto, até ao fim da actuação os estalos, saltos e riscos foram uma constante, até se tornarem verdadeiramente insuportáveis. Juntem a isso uma péssima equalização que põe em primeiro plano o ruído de fundo do CD (que qualquer gravação tem), e têm uma receita infernal. Ao menos pudemos assistir a vários momentos cómicos com técnicos de som completamente às aranhas, em pânico e sem saber o que fazer.
Quanto ao bailado em si, e à encenação, posso dizer que esteve a par da vergonha a que assistimos: nunca os bailarinos estiveram sincronizados, havendo até momentos em que ficavam parados no meio do palco a rirem-se e a olhar sabe-se lá para onde porque não sabiam para onde deviam ir. Bailarinos que olhavam para os outros a tentarem imitá-los porque não sabiam a coreografia. Momentos de sapateado em conjunto que resultaram numa batida contínua porque estava cada um para seu lado. Um desajustamento completo face à obra: por exemplo, dançar o "Circa Mea Pectora" com vestidos verdes fluorescentes e com os passos do Can-can. Uma máquina de fumos daquelas dos concertos Rock que só funcionava quando a música estava em pianíssimo - conseguindo a incrível proeza de se sobrepor aos ruídos do CD!
Para abrilhantar ainda mais a coisa, temos o público que sempre que ouvia um acorde em fortíssimo desatava a bater palmas - apesar de a música continuar (isto é, quando não voltava para trás). Ao menos com músicos sempre podíamos fazer aquele compasso de espera ridículo entre andamentos, à espera que o público se cale.
Um pesadelo, de longe o pior espectáculo a que já fui. O Coliseu não se devia dar ao luxo de ter na sua programação (tantos e tão bons concertos que já lá vimos!) um ultraje destes. De fugir!

Oscar

sábado, 11 de outubro de 2008

Breves de Outubro

Muitas e breves:

- Os Rush vão lançar o terceiro volume do seu best of «Retrospectives» (tracklist) e circulam rumores de uma nova tour ou de um EP.

- O dia 4 de Novembro traz a edição de uma caixa dos Led Zeppelin (importação japonesa), com todos os álbuns em réplica mini-LP (info).

- O dia 17 de Novembro trará «The Singles Collection Box Set Volume 1» dos Queen. Belo! (info)

- O Blitz tem publicado na sua página web fotos de vários artistas quando crianças (parte 1, parte 2, parte 3)

- O dia 23 de Novembro traz «Chinese Democracy» dos Guns n' Roses (sim, parece que é desta!).

- O concerto dos Depeche Mode no Super Bock Super Rock do próximo ano será no estádio do Bessa XXI.

- «Sam The Kid juntou-se ao baterista Fred Ferreira (...), ao DJ Cruzfader, ao baixista Francisco Rebelo e ao teclista João Gomes (...) no projecto Orelha Negra. (...) os Orelha Negra estão a trabalhar em novos temas desde há um ano e meio e a sonoridade reflecte as influências de cada um dos cinco elementos, do hip-hop ao funk, do jazz à electrónica.» (myspace) in iol Música

- Depois do Guitar Hero e do Rock Band, o próximo passo traz o DJ Hero (info).

- Do lado dos Radiohead, tivemos o 1º aniversário do lançamento do «In Rainbows», o 40º do Tom Yorke, e os rumores de concertos na América Latina e da participação do Tom num novo single da Bjork.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Moonspell lançam DVD

Pasme-se o mundo do metal nacional! Quem segue a carreira dos Moonspell desde o tempo em que eles faziam música decente - sim, pessoal velho - sabe que o «DVD dos Moonspell» é como o «Chinese Democracy» dos Guns n'Roses ou como o Benfica ser campeão para o ano que vem.
Depois de muitos adiamentos e nomes (evoluindo de acordo com a pose do momento) e resolvidos os problemas de copyright invocados em adiamentos passados, está aí para saír o aguardado «Lusitanian Metal»... Dia 21 de Novembro vê a luz do dia (ha!) o duplo DVD que reúne, além do esperado concerto na Polónia de 2004 no primeiro disco, material raro e antigo das várias digressões num espectacular segundo disco que será interessante de ver.

DVD 1
LIVE AT THE CITY OF RAVENS (Metalmania, Poland 2004)
TOUCH ME IN THE EYES (video compilation from Opium to I will see you in my dreams, including the never seen making of from Everything invaded)
CENTURY MEDIA YEARS (Discography)
KNOWELDGE (Graveyard impressions, exclusive and extensive interview with the band members shot in a Lisbon graveyard)


DVD 2
Small Hours - The Early Days (1992-1994)
Live Rehearsal
Moonspell's First Show
Supporting Cradle of Filth

Strange Are the Ways of the Wolfhearted Tour (1995-1996)
Supporting Napalm Death

Perverse Almost Religious (1996-1997)
Krakow 1996
Dortmund 1996 (previously unseen)

It's a Sin Tour (1997-1999)

Ermal 1999

The Butterfly Effect Tour (2000-2001)

Coliseu 2000

Darkness and Hope Tour (2001-2003)
Release Party for "Darkness and Hope"
Ermal 2002

Spreading the Eclipse Tour (2003-2005)
With Full Force - 10th Anniversary
Istanbul 2004
Athens 2004
Hard Club 2004
Tejo 2005

Alinhamento completo aqui.

PS: O site dos Moonspell, cuja remodelação é tão antiga quanto as notícias do DVD, também já está online. Dois milagres duma vez só.

Glastonbury recusou Pink Floyd

Já não bastava o referido há tempos, sabe-se agora isto:

«Rick Wright, teclista dos Pink Floyd recentemente falecido, queria ter tocado na edição deste ano do festival de Glastonbury mas o concerto da banda foi recusado pela organização devido a questões logísticas. Apesar de ser um dos últimos desejos do músico, que travava uma longa batalha contra o cancro, o festival não conseguiu encaixar a banda no cartaz.
Foi o colega de banda David Gilmour quem revelou a história ontem na cerimónia de entrega dos prémios da revista Q, onde os Pink Floyd receberam um prémio de carreira. Segundo notícia do jornal Guardian, Gilmour disse: "Uma das últimas coisas que ele queria ter feito, neste último ano, era tocar num grande festival, como o Glastonbury. Não conseguimos fazê-lo por toda uma série de estranhas razões, o que é uma pena".
Emily Eavis, uma das organizadoras do festival, já respondeu às declarações de Gilmour, dizendo que o sucedido nada teve a ver com os Pink Floyd e que o problema foi mesmo o facto de não os conseguirem encaixar no cartaz. Eavis disse: "Recebemos uma chamada do agente deles três semanas antes do festival e já tínhamos contratado três cabeças de cartaz, a única hipótese era tirar algum deles e nunca fizémos isso antes. Não podíamos dizer apenas 'desculpem, mas vão ter de tocar antes de alguém porque apareceu uma banda maior'". (Uma das hipóteses consideradas foi a de passar os Kings of Leon para segundo plano).»

in Blitz online

Sem comentários.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

O Shred do Fred

Lembram-se dos bons velhos tempos em que a música era boa? Pois, eu também não. Mas lembro-me de ver o Fred Durst a provar em palco que não só é um cantor de primeira linha como também sabe tocar guitarra como ninguém (literalmente)!

Isto é um pedaço daquilo que nos espera quando essa grande banda se rerereunir:

Fred mostra que mesmo sem Wes a banda tem um guitarrista à altura!