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quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Mais concertos na JoJo's

Os próximos:

Smartini | 14 Nov | Sáb | 17h
Aquaparque | 20 Nov | Sex | 18h30
Mandrágora | 21 Nov | Sáb | 17h
Nuno Prata | 28 Nov | Sáb | 17h

(info)

Recomendo os dois últimos. O primeiro é folk/jazz instrumental, o outro cantautor. Ambos apresentam potencial de adormecimento para espíritos mais enérgicos.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Wake me up when it's over

Graças ao recente Between Waves, a Associação Portuguesa do Sono vai premiar o David Fonseca pelos seus esforços no combate à insónia.

E não é que virou?

Estou bastante expectante. Já não ouvia uma fusão com este nível de mescla desde os Sitiados (bem antes tivemos a fantástica Banda do Casaco). Mas para lá chegar, terão que não desiludir com o álbum. Se estiver ao nível do EP, a folk nacional agradece.




Dizia eu e parece que se vai cumprir e teremos um dos discos mais interessantes quer da folk, quer do rock nacional, neste ano que está a findar. Ouvi mais músicas na emissão especial do Terra Pura (download aqui), com uma hora à conversa com Jorge Cruz e audição de grande parte do álbum. A conversa sobre a banda, a FlorCaveira, a música em português, a tradição. O álbum com o seu rock cómico, enérgico e de inspiração tradicional. Braguesa e adufe com guitarras e teclados. Com bom gosto e sem receios. Meia hora de música gravada numa semana numa rodela que não tarda estará no correio para vir ter comigo.

domingo, 8 de novembro de 2009

Diabo na Cruz

Nunca gostei de nada vindo da Flor Caveira. Para quem não sabe, uma editora da malta baptista de Lisboa e arredores. Numa forma igualmente redutora, a responsável por tanta coisa má que para aí anda: B Fachada, João Coração, Manuel Fúria, Os Pontos Negros, Samuel Úria, Tiago Guillul... Pois se é verdade que não consigo ouvir nenhum dos supracitados, muita gente consegue. E eu apenas referi metade da lista do pessoal que eles editaram num tão curto espaço de tempo. Por isso, apesar de não ir à missa com nenhum deles, sempre lhes tirei o chapéu pelo dinamismo.



Tudo mudou quando ouvi os Diabo na Cruz, quase um super-grupo da editora mas com um acrescento muito importante: Jorge Cruz. Depois da rebelião 90's dos Superego e o trovadorismo cantautor do seu trabalho a solo (dois discos com cada projecto), rumou de malas e bagagens para Lisboa. E o que nos traz agora é nada mais nada menos que um projecto de verdadeira fusão das raízes tradicionais portuguesas com o rock que se faz actualmente.
O tema «Dona Ligeirinha» marcou presença na colectânea de Novos Talentos da FNAC e nas emissões (pelo menos) da Antena 3 e é verdade que é contagiante. Depois do EP com o nome da dita canção, vem o álbum já na próxima segunda-feira com o apropriado título Virou!.

Estou bastante expectante. Já não ouvia uma fusão com este nível de mescla desde os Sitiados (bem antes tivemos a fantástica Banda do Casaco). Mas para lá chegar, terão que não desiludir com o álbum. Se estiver ao nível do EP, a folk nacional agradece.

Jogo

Descubram todos os músicos portugueses do seguinte painel (presente na última edição da Blitz).


Megafone

Como com muitos outros artistas, a morte de João Aguardela trouxe um aumento de reconhecimento ao seu trabalho. E, diga-se, um justo reconhecimento. A maioria conhece-o dos Sitiados e cantarolou a sua vida de marinheiro, outros ainda acompanharam a Naifa mas poucos ouviram falar do seu Megafone.

De forma resumida e redutora, Megafone era o projecto pessoal de João Aguardela que partia das recolhas de Giacometti e José Alberto Sardinha e as reinventava com muita electrónica à mistura. Todos os álbuns do Megafone estão agora disponíveis para download gratuito.

Para quem quiser saber mais sobre a pessoa e a obra, poderá ler o óptimo artigo do Ípsilon.

3 Pistas, vol.2

Para quem gostar do conceito do 3 Pistas da Antena 3, fique a saber que deverá ser editado ainda este mês o 2º volume. Quem traz? A saber:

Clã, Linda Martini, Mundo Cão, Noiserv, Peixe:Avião, Paulo Praça, Born a Lion, DaPunkSportif, The Poppers, Tiago Guillul, Margarida Pinto, D3O, The Vicious Five, Os Pontos Negros, Sérgio Godinho, Nuno Prata, Sean Rilley & The Slowriders, Cindy Kat, JP Simões, At Freddy's House.

domingo, 1 de novembro de 2009

Os tops da Blitz

Não sou fã de tops e rankings (e este ano já vai haver os da década) mas gostei de ver algo na última Blitz. A edição comemorativa do 25º aniversário traz a opinião de várias figuras da cena nacional condensadas por década. Se a ordem do pódio é sempre discutível, apraz-me verificar a elevada qualidade musical dos discos dos anos 60 e 70. Se algum dia acharem que neste país não se sabe fazer música, ouçam qualquer um desses vinte registos.

Anos 60:
10. Pop Five Music Incorporated - A Peça
9. Carlos e Lucília do Carmo - Fado Lisboa - An Evening at The Faia
8. José Afonso - Baladas e Canções
7. José Afonso - Contos Velhos Rumos Novos
6. Adriano Correia de Oliveira - Margem Sul
5. Alfredo Marceneiro - The Fabulous Marceneiro
4. Filarmónica Fraude - Epopeia
3. José Afonso - Cantares de Andarilho
2. Amália Rodrigues - Busto
1. Carlos Paredes - Guitarra Portuguesa

Anos 70:
10. Corpo Diplomático - Música Moderna
9. Sérgio Godinho - Pano-Cru
8. Sérgio Godinho - Os Sobreviventes
7. Banda do Casaco - Coisas do Arco da Velha
6. Quarteto 1111 - Quarteto 1111
5. Carlos do Carmo - Um Homem na Cidade
4. Amália Rodrigues - Com Que Voz
3. José Mário Branco - Mudam-se os Tempos, Mudam-se as Vontades
2. Carlos Paredes - Movimento Perpétuo
1. José Afonso - Cantigas do Maio

Anos 80:
10. Pop Dell'Arte - Free Pop
9. José Mário Branco - Ser Solidário
8. Sétima Legião - A Um Deus Desconhecido
7. Xutos & Pontapés - Circo de Feras
6. António Variações - Anjo da Guarda
5. Madredeus - Os Dias da Madredeus
4. Fausto - Por Este Rio Acima
3. GNR - Independança
2. Heróis do Mar - Heróis do Mar
1. Rui Veloso - Ar de Rock

Anos 90:
10. Da Weasel - Dou-lhe Com a Alma
9. Belle Chase Hotel - Fossanova
8. Da Weasel - 3º Capítulo
7. Madredeus - O Espírito da Paz
6. GNR - Rock In Rio Douro
5. Ornatos Violeta - Cão!
4. Rui Veloso - Mingos & Os Samurais
3. Ornatos Violeta - O Monstro Precisa de Amigos
2. Mão Morta - Mutantes S. 21
1. Pedro Abrunhosa & Os Bandemónio - Viagens

Anos 00:
10. Buraka Som Sistema - Black Diamond
9. Clã - Lustro
8. Sam The Kid - Pratica(mente)
7. Mão Morta - Primavera de Destroços
6. Mariza - Fado em Mim
5. Rodrigo Leão - Cinema
4. Sam The Kid - Beats Vol. 1 - Amor
3. Dead Combo - Vol. 1
2. Camané - Esta Coisa da Alma
1. Humanos - Humanos

domingo, 25 de outubro de 2009

Roberrtu Liau

Esta posta é apenas direccionada às pessoas picuinhas com erros ortográficos. Ou seja, qualquer utilizador de fóruns.

Ok, eu sou o Roberto Leal e depois de muitos sucessos resolvi voltar às origens (não o Brasil mas Trás-os-Montes). Reúno músicos de elevada reputação do meio folk nacional, escolho um punhado de músicas tradicionais em português/mirandês e faço um álbum jeitoso. Como contras, a capa é horrível e canto mirandês com sotaque brasileiro (algo que nunca alguém ousou pensar ser possível).
A coisa correu bem e então vou lançar outro álbum. Vou deixar a minha carreira para trás e embarcar num esforço de rebranding. Como prova, o meu próximo álbum vai ter o título em mirandês. Sim, isso é que vai ser! Mas também em português, para mostrar a cena bilingue e a coexistência possível dos dois idiomas e essas coisas que apenas os linguistas (e os críticos musicais) gostam. Assim para ser simbólico vou-lhe chamar Raiç, como quem regressa às raízes. Só é pena não saber como se escreve em português de Portugal (aquele "verde e vermelho") mas quem é que se preocupa mesmo com isso?


segunda-feira, 19 de outubro de 2009

o meu museu do boom do rock português

Para os interessados nos anos do boom do rock (em) português:
http://museuboom.no.sapo.pt

«(...) nos fins de 70, cantar rock era extremamente complicado e, em português, era quase um suicídio. Até que veio o “Chico Fininho” e, com ‘ele’, o chamado “Boom” do Rock Português, arrastando nomes como os Taxi, UHF, Xutos & Pontapés, Jafumega, Heróis do Mar, Salada de Frutas, Lena d’Água, GNR, António Variações, Street Kids, Iodo, CTT e mais umas dezenas largas de músicos, bandas e similares…
É deste fenómeno que o “Meu Museu do Boom do Rock Português” se ocupa; com uma secção permanente onde se expõem LPs com as respectivas fichas, mas também singles. Outras secções temporárias (destaque, extra-boom, recortes, lá fora), um glossário, bibliografia, links, bem como uma história breve do acontecimento, completam o edifício museológico.» (1)

(dica d'a trompa)

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Secura roubada (#13)

«O Zé Pedro destaca-se por tocar guitarra. Os braços do Zé Pedro destacam-se pelo picotado.»

(roubada d'o melhor blog do universo)

domingo, 11 de outubro de 2009

O rebranding de Roberto Leal

http://www.robertolealmudadenome.com

O que é isto? Parece que o Roberto Leal quer mudar a sua imagem. Eu já tinha ficado surpreendido aquando do lançamento de «Canto da Terra» em 2007. Porque era um disco de música tradicional portuguesa (mais especificamente mirandesa) e porque era bom. O cantor voltou à carga (novamente muito bem acompanhado) com o mais recente «Raiç», já apresentado no cabaret Maxime.

Diz a Blitz:
«"A ideia [é] mudar a marca Roberto Leal, deixando para trás o artista de festas de aldeias e fazer dele um nome a figurar num cartaz do CCB". As palavras são de João Goulão, da agência Cupido, que está a levar a aplicar ao cantor luso-brasileiro uma acção de "rebranding".»

O melhor mesmo é rumarem ao site. Podem ler a justificação do próprio, ver/ouvir as opiniões de Ricardo Carriço, Zé Pedro ou Fátima Lopes (entre outros), e - mais importante que tudo - votar no vosso nome preferido! As hipóteses vão desde a não mudança de nome, ao seu nome real ou à criação de uma banda:
  • Roberto Leal;
  • António Joaquim Fernandes;
  • António Leal;
  • Leal Tradição;
  • Lealdade Lusa.
Ajudem o Roberto Leal! Verde e vermelho são as cores da sua nação e essa nação espera por novas.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

O regresso da música ao vivo na Jo-Jo's

Da newsletter da loja:

«Finalmente o início das actividades do Auditório da "loja de música desalinhada". A mais antiga loja de discos do Porto e também pioneira de vendas on-line em Portugal, renovou o seu espaço e está agora multiplicada em três pisos, com auditório, sala vintage recheada de raridades e uma ampla área dedicada a cd's, dvd’s, vinil novo e em segunda mão, livros e merchandising.»

2009.09.26: THE WEATHERMAN
2009.10.03: INTERM.ISSION
2009.10.10: ABZTRAQT SIR Q
2009.10.17: LA LA LA RESSONANCE
2009.10.24: SIZO
2009.10.31: ROSES KINGS CASTLES

PS: Por tempo limitado, a Jo-Jo's disponibiliza uma compilação de temas desses artistas aí acima. Download grátis aqui.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Onde está a crise?

Lembram-se do choro quanto ao preço exorbitante dos bilhetes para o concerto dos Três Cantos? Pois fiquem-se com esta:

«(...) o espectáculo de dia 22 de Outubro no Campo Pequeno já está esgotado, pelo que se propõe uma segunda data, 23 de Outubro.
No Coliseu do Porto à data anunciada, 31 de Outubro, também já está esgotada a sala da rua Passos Manuel, pelo que foi marcada uma nova data: 01 de Novembro.
"No seguimento da elevada procura de bilhetes para estes espectáculos únicos, vimos anunciar a abertura de duas datas extra: 23 de Outubro em Lisboa e 01 de Novembro no Porto. Os bilhetes estarão disponíveis nos locais habituais a partir de quarta-feira", lê-se numa nota da Vachier & Associados.»

Mais datas, mesmos preços.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

As Maravilhas da Wiki

Artigo da Wikipedia inglesa, consultado agora mesmo, 14/9/2009, sobre a música Pimba. Podem consultar aqui, enquanto ainda está online. Numa tentativa de imortalizar as palavras de sapiência pura (devia ser disto que Platão falava na sua Teoria das Ideias), aqui ficam alguns excertos:

"Many Pimba songs use vulgar puns and jokes or address topics suggesting sexual behaviour, seemingly to gain popularity, as in the hit singles "Queres Ketchup, Maria?" ("Do You Want Ketchup, Mary?" — when spoken often sounds as "do you want me to suck you, Mary?"), by Quim Gouveia or "É o ECU!" ("It's the ECU!" (ECU was the first name thought for the euro) — when spoken sounds like "it's the ass!"), by Banda Lusa."

(...)

"The so called "King of Pimba" was — and according to some still is
— Emanuel, a musician/singer who emphasizes topics such as love and sex in his strongly satirical songs. The "Queen of Pimba" is Ágata, well-known in Portugal as well in the Portuguese diaspora. There is also the "Prince of Pimba", Saúl, who whilst very young performed the Pimba hit "O Bacalhau Quer Alho" ("The Codfish Wants Garlic" — "bacalhau" (codfish) is a slang word for the female sexual organs and "quer alho", when uttered fast, sounds like a Portuguese slang word for penis - "caralho")."

(...)

"Another very popular Pimba artist is Quim Barreiros. He started his career before Emanuel, being one of the first, if not the actual first, documented case of Pimba[citation needed]. In most of his songs, Barreiros makes extensive use of ambiguous words, often with obvious sexual suggestions. One of Quim Barreiros' biggest hits was "A Garagem da Vizinha" (The [Female] Neighbour's Garage), which is a metaphor for the female genitalia, but he is also known for hits such as "Mariazinha", where he asks a woman named Mariazinha to let him smell her "codfish"."



E cá está fiel leitor, graças a uma iniciativa que faz mais pela união e difusão da genuína cultura portuguesa que o José Malhoa num festival no Luxemburgo em que se sirvam bifanas e água-pé, agora, em particular nesta época de abertura da "caça à/ao Erasmus" pode prosseguir em lascivas mas interessantes trocas de piropos com estrangeiros, ou então, numa crítica eleitoral internacional, da perspectiva da integração europeia e do Tratado de Lisboa, discutir com os seus compinchas comunitários a problemática e o impacto económico e monetário da grande frase "It's the ECU!!". Obrigado pela atenção e um bem haja.

sábado, 12 de setembro de 2009

Fofoca

Há namoro entre o Fernando Ribeiro (Moonspell) e a Sónia Tavares (The Gift). Creio que foram unidos na tristeza de terem participado naquela coisa da Amália. Agora pode ser que o Nuno Cenas faça um «Moonspell Hoje». Já estou a imaginar a Sónia a fazer aquelas coisas que ela faz na Alma Mater, assim com uma orquestra pomposa e uma batida electrónica tipo «Lounge Sounds From Darkness».
Felicidades aos pombinhos. Perdão, aos corvinhos.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Os Linda Martini passaram ao lado de uma grande carreira


O título é um bocado exagerado, mas agora já captei a vossa atenção. Depois de ver o cartaz do Ignition 09, que o Telmo gentilmente partilhou, não pude deixar de reparar que não senti grande vontade de ir até Penafiel ver os Linda Martini. Quando comecei a ouvir, gostei imenso e achei que seriam um dos projectos mais excitantes da música nacional. Aquele EP com 4 músicas foi das melhores coisinhas portuguesas que ouvi na altura, e deixou-me cheio de água na boca. São 4 músicas cheias de intensidade, num (post?)rock muito suado, com guitarras cheias de força. Amor Combate é uma excelente música, apesar de ter rodado à exaustão na rádio. Este Mar é um instrumental melancólico cheio de força, e Lição de Voo nº1 é uma grande música. Se em 4 músicas faziam isto, o que podiam os Linda Martini fazer no seu disco de estreia?

Podiam fazer pior. Apesar de ter algumas boas músicas, no geral, ficou bastante longe da qualidade do EP. Parece que os Linda Martini se preocuparam demais, acusaram a pressão e não conseguiram fazer o mesmo. A postura começou a não ajudar: vê-los ao vivo era cada vez mais um murro na barriga, com uma pose estranha de vedeta que deixava o pessoal um bocado incrédulo. Olhos de Mongol, mesmo que tenha uma história muito interessante por trás, é um mau nome. Mas isso nem interessava muito se o álbum fosse chegasse pelo menos perto do EP.

Este último álbum, Marsupial, é mauzinho. A Raposo Manhoso é das poucas músicas onde encontro os Linda Martini que gostava, o resto chega a ser um bocadinho enfadonho. Quando ouvi o álbum todo pela primeira vez fiquei a pensar "meh...". Acho que isso traduz bem o Marsupial, é um álbum bastante meh, não é grande coisa mas tem um ou outro pormenor interessante. É curto, por isso nem chateia assim muito, mas continua longe do melhor que os Linda Martini mostraram saber fazer.

Pegando no título do post, os Linda Martini brilharam nas camadas jovens, prometiam muito e marcavam imensos golos nos júniores. Todos os adeptos estavam entusiasmados com esta jovem estrela, mal podiam esperar que fosse para a equipa principal espalhar classe. Infelizmente, a passagem para os séniores não foi fácil, marcou uns golinhos nas primeiras épocas, mas não era aquele moço que tinha estado em grande no início da carreira. Agora vai a meio, e muitos já nem se lembram bem dele, anda meio perdido em equipas do meio da tabela. Marca um golo de vez em quando, mas todos esperam que volte a ser o jogador que era quando tinha 19 anos.

PS - Os Linda Martini são o melhor exemplo do fenómeno myspace em Portugal.