Mostrar mensagens com a etiqueta Eventos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Eventos. Mostrar todas as mensagens
quinta-feira, 19 de março de 2009
sábado, 14 de março de 2009
Australian Pink Floyd @ Coliseu dos Recreios 13.3.09

Os Australian Pink Floyd são, pasmem-se, uma banda de tributo aos Pink Floyd. Não tocam originais, vivem da aproximação ao som e à experiência de concerto duma outra banda, que tinha um grupo bem diferente - e irrepetível (em várias dimensões) - de pessoas. Logo, o seu valor artístico é nulo, certo? Gostava de convidar todos os que ousaram em algum momento pensar que sim a assistir ao solo final da Comfortably Numb tocado por estes senhores (na verdade, tocado por Damian Darlington). Um aviso: levem roupa interior justinha, se não têm que recolher os testículos junto do chão.
Pondo de lado a retórica - a discussão sobre o valor artístico - tenho-vos a dizer que este concerto, acima de tudo, soube muito bem. Diziam-me à saída que se fechássemos os olhos por uns instantes acreditávamos estar na presença dos verdadeiros Pink Floyd, mas eu nem vou por aí. A música é uma aposta certa, seria difícil fazer com que não resultasse, mas apesar disso as interpretações foram verdadeiramente notáveis, vindas de quem vive e respira PF há muitos anos, com muitas horas de treino e estudo em cima, nunca deixando de ter (embora por vezes só implicitamente) um forte cunho pessoal.
Ainda para mais, o set list foi bastante peculiar...
Parte I: The Wall, cd 1
Parte II: The Wall, cd 2
Encore: Brain Damage e Eclipse (final Dark Side of the Moon)
... e merece alguns comentários:
i) mais importante que tudo o resto, estes dois conjuntos (The Wall e final do DSOTM) são um campo em aberto, no sentido em que são bastante susceptíveis de interpretações (falo agora apenas conceptualmente) e os aspectos apontados pelos Aussie PF - a nível cénico - foram extremamente interessantes e reveladores, funcionaram como a cereja no topo do bolo (o bolo obviamente era a música e a interpretação artística);
ii) infelizmente, não me parece que o Coliseu dos Recreios fosse o sítio certo para um espectáculo daqueles. O palco pareceu mesmo demasiado pequeno, e alguns aspectos prometidos - por exemplo os insufláveis (não bonecas) - tiveram que ficar de fora;
iii) em último lugar, uma semi-crítica: saímos do concerto com vontade de mais (sinal de que foi bastante bom), porque não foram tocados alguns temas incontornáveis (Time, Money, Shine on, etc), clássicos absolutos que vivem para lá do nosso gosto pessoal.
All in all, superou imenso as minhas expectativas, até porque eu sou dos tais que diz(ia) que PF é para os PF, apesar do que diz o David Gilmour, que reconheceu pessoalmente o valor dos Aussie em várias ocasiões. Mesmo que eles não sejam os PF, é uma alegria ver música tão bem tocada e fazer parte dum evento de celebração, de festejo musical deste calibre.
Oscar
Pondo de lado a retórica - a discussão sobre o valor artístico - tenho-vos a dizer que este concerto, acima de tudo, soube muito bem. Diziam-me à saída que se fechássemos os olhos por uns instantes acreditávamos estar na presença dos verdadeiros Pink Floyd, mas eu nem vou por aí. A música é uma aposta certa, seria difícil fazer com que não resultasse, mas apesar disso as interpretações foram verdadeiramente notáveis, vindas de quem vive e respira PF há muitos anos, com muitas horas de treino e estudo em cima, nunca deixando de ter (embora por vezes só implicitamente) um forte cunho pessoal.
Ainda para mais, o set list foi bastante peculiar...
Parte I: The Wall, cd 1
Parte II: The Wall, cd 2
Encore: Brain Damage e Eclipse (final Dark Side of the Moon)
... e merece alguns comentários:
i) mais importante que tudo o resto, estes dois conjuntos (The Wall e final do DSOTM) são um campo em aberto, no sentido em que são bastante susceptíveis de interpretações (falo agora apenas conceptualmente) e os aspectos apontados pelos Aussie PF - a nível cénico - foram extremamente interessantes e reveladores, funcionaram como a cereja no topo do bolo (o bolo obviamente era a música e a interpretação artística);
ii) infelizmente, não me parece que o Coliseu dos Recreios fosse o sítio certo para um espectáculo daqueles. O palco pareceu mesmo demasiado pequeno, e alguns aspectos prometidos - por exemplo os insufláveis (não bonecas) - tiveram que ficar de fora;
iii) em último lugar, uma semi-crítica: saímos do concerto com vontade de mais (sinal de que foi bastante bom), porque não foram tocados alguns temas incontornáveis (Time, Money, Shine on, etc), clássicos absolutos que vivem para lá do nosso gosto pessoal.
All in all, superou imenso as minhas expectativas, até porque eu sou dos tais que diz(ia) que PF é para os PF, apesar do que diz o David Gilmour, que reconheceu pessoalmente o valor dos Aussie em várias ocasiões. Mesmo que eles não sejam os PF, é uma alegria ver música tão bem tocada e fazer parte dum evento de celebração, de festejo musical deste calibre.
Oscar
Temas:
Eventos,
Progressivo
Rodrigo Leão @ Águeda
Foi um óptimo concerto. Ouviram-se muitas músicas do álbum que aí vem, e que bom que vai ser. O Rodrigo Leão tem o condão de... melhor, tem dois. Um é o de nos esquecermos dele quando estamos a ver o concerto, tal é o altruísmo do compositor versus o intérprete, ficando o brilho para o violino, o acordeão, o violoncelo ou a voz. O outro é o de continuar a descobrir óptimos músicos que poucos conhecem (como fez com Teresa Salgueiro). Que bela e versátil voz nos trouxe Ana Vieira, ou o violino de Viviena Toupikova ou o acordeão da Celina da Piedade. Sublime.
Temas:
Eventos,
Portuguesa
terça-feira, 10 de março de 2009
Repetentes
Pois é, continua o cliché: Machine Head no dia de Metallica (tal como no ano passado). Já o palco secundário do dia do metal é de estranhar e tenta combater o dia estereotipado. Vai ser bonita a mistura, se é que vai haver mistura at all.
Os confirmados até agora (note-se a falta de portugueses):
PALCO OPTIMUS
9 de Julho: Metallica, Machine Head, Mastodon, Slipknot, Lamb of God
10 de Julho: Placebo
11 de Julho: Dave Matthews Band, Chris Cornell
PALCO SUPER BOCK
9 de Julho: TV On The Radio, Klaxons, Crystal Castles e Erol Alkan
10 de Julho: The Ting Tings
11 de Julho: Los Campesinos
Os confirmados até agora (note-se a falta de portugueses):
PALCO OPTIMUS
9 de Julho: Metallica, Machine Head, Mastodon, Slipknot, Lamb of God
10 de Julho: Placebo
11 de Julho: Dave Matthews Band, Chris Cornell
PALCO SUPER BOCK
9 de Julho: TV On The Radio, Klaxons, Crystal Castles e Erol Alkan
10 de Julho: The Ting Tings
11 de Julho: Los Campesinos
Temas:
Electrónica,
Eventos,
Metal,
Pop,
Rock
domingo, 8 de março de 2009
Blue Man Group
Blue Man Group em Portugal no próximo dia 19 de Março no Casino de Lisboa.
"O que é o Blue Man Group?", perguntam vocês:
Imagens do dvd ao vivo em todo o seu azul esplendor:
"O que é o Blue Man Group?", perguntam vocês:
Imagens do dvd ao vivo em todo o seu azul esplendor:
quinta-feira, 5 de março de 2009
Intercéltico pára de novo
Mais um ano de paragem para o Intercéltico do Porto (e não só). Novamente por falta de verbas, resultante da redução do subsídio do ano passado por parte da edilidade portuense e manutenção do valor este ano. A cantiga é velha, a notícia está aqui. Não rima mas é verdade.
Dum lado:
«A câmara já nos reduziu o subsídio em 2008, prometendo que o voltaria a aumentar em 2009. Isto resultou num ligeiro prejuízo para a organização, de mais de mil euros, pelo que este ano não poderíamos avançar sem a confirmação do apoio da autarquia»
Do outro:
«Não será pela crescente proximidade dos actos eleitorais que a autarquia, presidida por Rui Rio, irá começar a distribuir subsídios por troca de uma frescura de opiniões favoráveis à Câmara Municipal do Porto»
Dum lado:
«A câmara já nos reduziu o subsídio em 2008, prometendo que o voltaria a aumentar em 2009. Isto resultou num ligeiro prejuízo para a organização, de mais de mil euros, pelo que este ano não poderíamos avançar sem a confirmação do apoio da autarquia»
Do outro:
«Não será pela crescente proximidade dos actos eleitorais que a autarquia, presidida por Rui Rio, irá começar a distribuir subsídios por troca de uma frescura de opiniões favoráveis à Câmara Municipal do Porto»
Jazz 'nGaia 2009
É de mim ou o cartaz até é jeitoso? Eu prefiro o dia 2, mas só mesmo a nível pessoal, que os outros não ficam muito atrás.Mais informações aqui.
Temas:
Eventos,
Guitarra,
Jazz,
Portuguesa
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
A cidade dos que partem
Uma tragicomédia cantada? Digamos que aqui o riso, quando morde, morde-nos a todos. O desencanto também.É apanhá-los antes que partam definitivamente. É já daqui a dois dias (dia 28) a última exibição d'A cidade dos que partem no Teatro Carlos Alberto. Eu vi e gostei. Tem música sem ser um musical, faz rir sem ser uma brincadeira, faz pensar sem ser introspectiva. Boas interpretações dos actores (e cantores e instrumentistas) do Teatro da Palmilha Dentada num espectáculo com músicas originais de Alfredo Teixeira, Carlos Adolfo, Hélder Gonçalves, João Lóio, Manel Cruz, Rodrigo Santos, Rui Lima e Sérgio Martins. Entre as várias faces de uma cidade - seja o Porto ou outra qualquer -, de quem chega a quem parte, incluindo as aventuras & desventuras de uma banda de garagem, há motivos de sobra para ir ver. Mais informações aqui.
PS: A banda sonora esta à venda em CD à saída. Interessante.
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Foge Foge Bandido @ Festival para Gente Sentada
Aqui vai uma crítica rápida ao concerto que Manel Cruz deu no passado dia 14 em Santa Maria da Feira. Antes tocou uma espanhola (Russian Red) que soa como as congéneres de estilo musical, qualquer que seja o país, e depois o Josh Rouse, que não vi (oh que pena).
Manel Cruz actuou em trio, ocupando a posição central do palco - entre guitarras acústicas, percussão, teclado e parafernália vária - e ladeado por baixo e teclados/kazoo/glockenspiel/etc. A falta de uma bateria e de um teclista dedicado levou o concerto para terrenos que não são os meus preferidos do álbum lançado. Postas de parte músicas mais longas e arranjadas, como «Borboleta» ou as que já conhecemos dos Supernada, e reduzidas outras, acabámos por ser prendados com os temas mais curtos e intimistas do álbum. O concerto foi construído com um claro fio condutor e para ser assimilado como uma performance única.
Foi um bom concerto vindo duma máquina por vezes nervosa e pouco oleada, prejudicada por algumas falhas do equipamento. Nada, no entanto, que não seja normal para uma primeira actuação de um trabalho tão sui generis como o do Foge Foge Bandido. As músicas agradaram muito os presentes (eu gostei), e espera-se o crescimento e evolução da coisa. Assim indica a entrevista saída no JN de hoje, em que se refere que o tempo do FFB como trio está a terminar para dar lugar a uma banda de 5/6 elementos. A ver vamos.
PS: A entrevista que referi está disponível na íntegra no site do JN e traz revelações e opiniões interessantes, no que toca a vidas passadas, ideias presente e concertos futuros (em Braga e Arcos de Valdevez).
Manel Cruz actuou em trio, ocupando a posição central do palco - entre guitarras acústicas, percussão, teclado e parafernália vária - e ladeado por baixo e teclados/kazoo/glockenspiel/etc. A falta de uma bateria e de um teclista dedicado levou o concerto para terrenos que não são os meus preferidos do álbum lançado. Postas de parte músicas mais longas e arranjadas, como «Borboleta» ou as que já conhecemos dos Supernada, e reduzidas outras, acabámos por ser prendados com os temas mais curtos e intimistas do álbum. O concerto foi construído com um claro fio condutor e para ser assimilado como uma performance única.
Foi um bom concerto vindo duma máquina por vezes nervosa e pouco oleada, prejudicada por algumas falhas do equipamento. Nada, no entanto, que não seja normal para uma primeira actuação de um trabalho tão sui generis como o do Foge Foge Bandido. As músicas agradaram muito os presentes (eu gostei), e espera-se o crescimento e evolução da coisa. Assim indica a entrevista saída no JN de hoje, em que se refere que o tempo do FFB como trio está a terminar para dar lugar a uma banda de 5/6 elementos. A ver vamos.
PS: A entrevista que referi está disponível na íntegra no site do JN e traz revelações e opiniões interessantes, no que toca a vidas passadas, ideias presente e concertos futuros (em Braga e Arcos de Valdevez).
Temas:
Entrevistas,
Eventos,
Portuguesa
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Mastodontes e cordeiros
Aos Metallica e Skipknot (RiR 04) juntam-se Mastodon (SBSR 07) e Lamb of God...
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
O costume confirmado
Já foi confirmada a vinda dos Slipnódoas ao Alive no dia dos Metallica. Mais uma vez, o dia de Metallica tem que ser o dia do metal. Que mentalidade mais redutora esta que faz com que seja o dia do estereótipo e o dia em que os Metallica são a banda menos pesada do dia (e o dia em que mal consigo apreciar o resto dos concertos). Quem mais vem para este dia? Os Moonspell, para não dizerem que não tocam portugueses? Uma banda qualquer de metal extremo-ranhoso-da-moda? Ou uma de rock a-fugir-da-cena para contrastar (como Incubus no RiR ou Satriani no SBSR)?
E fazer a programação como antigamente, em que não chocava ninguém os Metallica fazerem uma tourné inteira com os Guns N' Roses? Não digo trazerem os meninos indie-com-borbulhas, mas cenas mais rijas tipo Velvet Revolver ou Wolfmother? (ok, ambos estão às portas da morte mas vocês perceberam a ideia)
Se for para ser metal, escolham ao menos algo assim para o progressivo ou pelo menos para o não-assustadoramente-mau, por favor. (sim, sim, é já a seguir...)
E fazer a programação como antigamente, em que não chocava ninguém os Metallica fazerem uma tourné inteira com os Guns N' Roses? Não digo trazerem os meninos indie-com-borbulhas, mas cenas mais rijas tipo Velvet Revolver ou Wolfmother? (ok, ambos estão às portas da morte mas vocês perceberam a ideia)
Se for para ser metal, escolham ao menos algo assim para o progressivo ou pelo menos para o não-assustadoramente-mau, por favor. (sim, sim, é já a seguir...)
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Concerto MySpace Portugal
Avança a Exame Informática: «"A realizar durante o mês de Fevereiro, esta será a primeira grande acção local promovida pela equipa portuguesa, após o lançamento da rede social no nosso País." Ainda segundo a mesma fonte, os Secret Shows são "Uma experiência intimista com as bandas preferidas dos utilizadores (...). Os concertos, realizados pelo MySpace em conjunto com diferentes parceiros, têm como objectivo presentear a comunidade de utilizadores da rede social com um concerto surpresa, numa cidade surpresa e numa data surpresa."»
Temas:
Eventos,
Notícias,
Portuguesa,
Tecnologia
Metallica confirmados
A promotora confirmou e a Blitz noticiou: Metallica no Alive!09.
«Metallica e Dave Matthews Band actuam respectivamente a 9 e 11 de Julho no Optimus Alive!09. (...) O evento está definitivamente confirmado no Passeio Marítimo de Algés, realiza-se entre os dias 9 e 11 de Julho e os bilhetes, à venda a partir de hoje, custam €50 (um dia) e €90 (três dias).»
«Metallica e Dave Matthews Band actuam respectivamente a 9 e 11 de Julho no Optimus Alive!09. (...) O evento está definitivamente confirmado no Passeio Marítimo de Algés, realiza-se entre os dias 9 e 11 de Julho e os bilhetes, à venda a partir de hoje, custam €50 (um dia) e €90 (três dias).»
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Yann Tiersen de volta
Lá vou eu pela terceira vez:
4 de Julho - Centro de Artes e Espectáculos - Figueira da Foz
5 de Julho - Casa das Artes - Famalicão
6 de Julho - Centro Cultural de Belém - Lisboa
4 de Julho - Centro de Artes e Espectáculos - Figueira da Foz
5 de Julho - Casa das Artes - Famalicão
6 de Julho - Centro Cultural de Belém - Lisboa
Temas:
Eventos
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Da Garagem III
O jovem trio da Maia doismileoito apareceu na cena nacional ao ganhar o TMN Garage Sessions em 2006, ganhando também o direito a tocar no Sudoeste. À altura, muitos ouviram os seus Acordes com Arroz. De lá para cá, os rapazes voltaram ao seu caminho, dando concertos e compondo o que agora é o seu álbum de estreia. O álbum, com a chancela EMI, sai hoje e está para escuta integral no myspace da banda até dia 4 deste mês.
Os concertos de lançamento são dia 6 no Music Box (Lisboa) e dia 13 no Plano B (Porto).
É rock. Tem coisas interessantes. A ver como corre.
Os concertos de lançamento são dia 6 no Music Box (Lisboa) e dia 13 no Plano B (Porto).
É rock. Tem coisas interessantes. A ver como corre.
Temas:
Albuns,
Eventos,
Lançamentos,
Portuguesa,
Rock
domingo, 1 de fevereiro de 2009
30 milhões em concertos
Diz o iol música que a «realização de concertos de música ligeira em Portugal em 2007 gerou quase 30 milhões de euros de receita de bilheteira, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) (...) realizaram-se 27.650 espectáculos ao vivo (...) que foram vistos por um total de 9,8 milhões de espectadores.»
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Metallica em Portugal?
O Correio da Manhã diz que os Metallica serão cabeças de cartaz do Alive! deste ano, apesar de não revelar a fonte e afirmar que o diz sem confirmação dos organizadores. Também diz que os Slipknot os acompanham. E também diz que o David Bowie é culpado da crise económica. E também diz muitas outras coisas. A ver vamos.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
A música toma conta de mim
Diz num rascunho que a Casa da Música, em parceria com a Escola Superior de Educação do Porto, vai passar a ter um serviço que toma conta dos miúdos quando os pais vão aos concertos. Continuo a achar que era melhor que os pais levassem de facto os petizes ao concerto que vão ver (excepto se for de música contemporânea, que também não é preciso traumatizar as crianças) mas a ideia não deixa de ser interessante.A iniciativa «propõe oferecer aos mais pequenos uma série de actividades, que terão como fio condutor o programa musical a que os mais velhos estão a assistir. Jogos, experiências musicais com instrumentos, histórias e desenhos prometem entreter as crianças, dando-lhes a conhecer aspectos da vida dos compositores e das peças musicais que estão a ser interpretadas, ou do período da história da música em que viveram.»
Temas:
Clássica,
Contemporânea,
Eventos,
Notícias
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Este agora vive cá
Diz o IOL música, que o «realizador Emir Kusturica e a sua No Smoking Orchestra regressam a Portugal nos dias 17 e 18 de Abril para dois concertos no Pavilhão Rosa Mota (Porto) e no Campo Pequeno (Lisboa), respectivamente.»
domingo, 25 de janeiro de 2009
Realejo @ Lavra
Foi um bom espectáculo o que os Realejo deram em Lavra na semana passada. Conhecidos nos anos 90 por uma certa eruditização da música tradicional portuguesa, souberam reinventar-se nos anos recentes, com a inclusão de percussão e voz, "modernizando" a sua abordagem aos temas tradicionais (e continuando a apostar em originais).
Integrado nas jornadas da Escola de Música local, o concerto teve o seu lado de didáctico e o seu lado de festa, num auditório bem composto (~400 pessoas). O mestre de cerimónias Amadeu Magalhães esteve exemplar no bandolim, cavaquinho, concertina, gaitas e flautas, muito bem ladeado por Fernando Meireles, conhecido construtor e tocador de sanfona. A dupla do GEFAC apareceu acompanhada do simpático Miguel Veras (guitarrista de Júlio Pereira) e havia ainda um set de percussão interessante, aliando percussão tradicional (dois adufes na horizontal, percutidos com baquetas) à mais convencional (tarola, bombo, hi-hat). A completar o quinteto, em metade das músicas, a melhor voz do panorama folk actual: Catarina Moura, também da Brigada Victor Jara.
A rever numa próxima oportunidade.
Integrado nas jornadas da Escola de Música local, o concerto teve o seu lado de didáctico e o seu lado de festa, num auditório bem composto (~400 pessoas). O mestre de cerimónias Amadeu Magalhães esteve exemplar no bandolim, cavaquinho, concertina, gaitas e flautas, muito bem ladeado por Fernando Meireles, conhecido construtor e tocador de sanfona. A dupla do GEFAC apareceu acompanhada do simpático Miguel Veras (guitarrista de Júlio Pereira) e havia ainda um set de percussão interessante, aliando percussão tradicional (dois adufes na horizontal, percutidos com baquetas) à mais convencional (tarola, bombo, hi-hat). A completar o quinteto, em metade das músicas, a melhor voz do panorama folk actual: Catarina Moura, também da Brigada Victor Jara.
A rever numa próxima oportunidade.
Temas:
Eventos,
Folk,
Portuguesa
Subscrever:
Mensagens (Atom)
